quarta-feira, 12 de julho de 2006

Preto não suja.

Olá!
Acho que todo mundo ouviu, desde criancinha, expressões como essa acima.
"Ah, preto não suja", "Cor escura é bom, não suja"(sic) e por aí vai.
Na verdade, tal comentário, vindo até de pessoas mais "chiques", nada mais é do que o mais explícito sinal de PORQUICE!
Afinal, não existe nenhum tratado científico que comprove que cores mais escuras retenham menos sujeira (o mesmo não acontece com o calor).
O que de fato acontece e que ninguém quer assumir é que, em cores escuras, a sujeira não APARECE!
Simples e direto. Ela continua lá, acumulando, juntando ácaros, bactérias e todas as outras porcarias que a boa higiene nos manda tirar. A única coisa é que a gente não vê e não limpa, até que ela se torna muito grande. (Aquela história de que "o que os olhos não vêem o coração não sente").
E é por isso (e não por uma questão de moda) que os profissionais da saúde normalmente usam branco. Para mostrar que eles realmente estão limpos.
Think about.
Fui!

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Pô, que ridículo! = Treze letras.

O que falar sobre a derrota do Brasil para a França?
Vergonha, indignação, raiva....decepção.
Nós aceitamos a derrota sim, mas quando sabemos que ela foi honrada, que vem depois de muita luta, em que notamos o esforço, a garra, a vontade.
Aceitamos sim, perder, mas não aceitamos perder por apatia, comodismo, falta de vontado ou seja lá o que for. O que nos incomoda é saber que qualidades, competência tínhamos (e temos). O que decepciona é saber que os TOP só esqueceram de jogar, que um punhado de estrelas não faz uma constelação e que há uma grande diferença entre heróis e celebridades.
O fato é que o Brasil entrou de "corpo" e deixou a "alma", afinal eles são tão bons, que só uma parte deles já seria suficiente. Mas não foi.
Agora só nos resta esperar que os erros sejam corrigidos (o que é difícil, quando não se admite que se errou) e recomeçar a escalada para 2010.
Mais detalhes: http://copa.esporte.uol.com.br/copa/2006/reportagens/seteerros.jhtm
Fui!

Ter estabilidade pode ser não ter crescimento

Segunda-feira última (26/06) foram abertas as inscrições para o Concurso da Prefeitura de Avaré, (acredito que o último do ano).
E o enorme número de pessoas interessadas mostra, pra mim, uma triste realidade:
Existe um grande número de pessoas desempregadas ou que têm muito medo de perder o emprego.
Esse medo é tanto que a vontade de se estabilizar supera em muito outros pontos, antes fundamentais, para se escolher uma carreira.
Vocação e "trabalhar com o que gosta" parecem ser "luxos" totalmente sem importância.
E isso, ao meu ver, não é nada bom para o indivíduo e para a sociedade.
Finalizando, pessei a um amigo meu, que também quer prestar o tal concurso, as situações em que entrar na Prefeitura pode valer a pena:
  • Estar desempregado;
  • Estar empregado, ganhando o mínimo ou sendo explorado;
  • Estar prestes a ser mandado embora;
  • Ter uma fonte de renda principal, querer mais algum pra gastar e estar cansado de não fazer nada.
Claro, existem exceções (de candidatos e de prefeituras), mas o fato é que o bolo não é tão doce quando se imaginam e mesmo assim mais e mais pessoas querem um pedacinho. E como o bolo quase não cresce, cada vez mais vemos cada um com um pedaço cada vez menor.
Eu, como alguns amigos, ainda preferimos acreditar que é muito importante a realização profissional e isso não significa apenas estar ganhando bem. Sua profissão DEVE ser muito mais que isso.
Sonhador, talvez, mas creio que é um sonho difícil, não impossível.
Fui!