domingo, 4 de dezembro de 2011

Campanha do Einstein–viralzinho sangue bom!

Campanha do Einstein–viralzinho sangue bom!:

Algumas vezes as idéias mais óbvias são as mais geniais, é uma questão de implementação. 5 minutos estudando o problema da doação de sangue e percebe-se que ele só existe pelo produto ser escasso. Essa é a grande inconveniência. Inconveniência? Conveniência? Eureka, filme pronto.


Em retrospecto é um caminho super-lógico, mas perceber a boa idéia e não jogá-la fora por ser “óbvia” é a verdadeira genialidade. Daí essa campanha do Hospital Israelita Albert Einstein estimulando doação de sangue.


Em uma loja de conveniência instalaram uma geladeira com um monte de bolsas de sangue, filmando a reação dos clientes quando descobriam a esquisitice. Como a maioria das pessoas é normal, não pensariam como eu “que legal, TruBlood em refil!”.


O resultado é imediato, teve um sujeito que chegou a ligar pra alguém (mané, não conhece Twitter) para contar o quê estava vendo.


Nas bolsas, a mensagem:


“Se conseguir sangue fosse fácil assim a gente não precisaria pedir para você doar”



Assista e compartilhe, é uma excelente idéia, tanto o vídeo quanto a doação de sangue si.



PS: Se o mundo fosse justo haveria um lugar especial no Inferno pros babacas que deram polegar pra baixo no vídeo.






terça-feira, 8 de novembro de 2011

As caixas de cima do guarda-roupa

Fucei nas caixas de cima do guarda-roupa.
"Descobri" muita coisa que nem lembrava que tinha.
Tinha anotação, antes importante, agora totalmente irrelevante. Tinha informação, que antes era rara de se achar, agora nada que o Google não traga em segundos.
Vi papéis de descarte imediato, outros de organização imediata (se lugar não é aí, tenho lugar pra você), mas muitos, muitos que exigiriam uma análise mais calma, uma segunda opinião, o que, obviamente, não teria no momento, se é que em algum momento eu terei.
 Achei também aquele conjunto importantíssimo de "isso é muito legal quando eu precisar" que você nunca lembra que tem quando precisa.
Há um outro tanto de lembrancinhas que sobrevivem apenas pra trazer lembranças, até que meu desapego fale mais alto.

Dicas de exercícios que nunca fiz, objetos do "pequeno museu do meu tempo" que um dia irão impressionar meus filhos (ou não), textos a espera de serem escaneados/digitados.
Mas, acima de tudo, me encontrei com meu passado, com seus prós e contras, resfrescando algumas memórias nessa cachola, que às vezes parece não conseguir guardar quase nada.
Percebi que parei de pensar em "ah, se eu tivesse..." quando olho pro meu passado, pois prefiro acreditar que tudo, de um jeito ou de outro, me levou até onde estou aqui e, pesando na balança, estou muito bem, obrigado.
Claro, encontrei papéis amarelos, ácaros e poeira. Só não achei o que pensei que acharia, quando comecei a fuçar nas caixa de cima do guarda-roupa.

sábado, 15 de outubro de 2011

Final bizarro de Morde & Assopra

Update de 18/10/2011
Contém SPOILERS.
Fim do updade.

Não ia escrever, mas o post do Sony acabou me inspirando:
No geral gostei do final da novela, engraçado e também comovente, principalmente pela morte da Dulce.
Entretanto o que marcou o último capítulo foi o momento "Viagem na maionese ao centro da Terra + Jurassic Park"
Faz tempo que já sabíamos que os pais da Júlia estavam nesse lugar remoto debaixo das terras do Abner, dadas as dicas que os personagens deram no último mês, mas não imaginei que a papagaiada fosse tanta na hora da descoberta. Além do que o Sony citou, mais algumas que eu percebi:
  • Caíram quatro pessoas em um buraco, foram parar em um rio e acordaram na margem, todos sãos e salvos. Segundos depois, viram uma jangada do lado deles e outros segundos depois, os "bandidos" aparecem! É uma área pequena ou é ponto de embarque e desembarque?
  • Dinossauro que não é bobo, também quis comer a Bárbara Paz, rs
  • Quando o velociraptor estava cara-a-cara com a Júlia, juro que a vi encarnando a Lara Croft (Tomb Raider), pronta pra dar uns sopapos no bicho;
  • Que historinha foi aquela dos pais da Júlia? Achamos o caminho do centro da Terra lá no Himalaia e resolvemos ficar (mudando para debaixo das terras do Abner?) para salvar (??) o lugar, usando aqueles "pequenos" diamantes pra custear uma fundação. Enquanto isso, ficamos só nós dois aqui nessa caverna que parece uma estação Dharma, com computadores de última geração. Opa, mas parece que o centro está mais instável do que de costume, então vamos embora e você esqueça que fomos pais ausentes durante toda sua vida. Ah, pra cima de mim!
  • E no final a Júlia se contenta com o crânio do dinossauro e esquece todo aquele lugar que é o sonho de todo "caçador de dinossauros". Então tá.
PS: Teoria da Terra oca, pela própria Júlia: http://mordeeassopra.globo.com/platb/julia/2011/05/24/os-dinossauros-e-a-teoria-da-terra-oca/