quinta-feira, 2 de abril de 2009

O barulho da carroça

Recebi pela rede interna:

O BARULHO DA CARROÇA
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz!
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotência, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir o meu pai dizendo:
- Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Três anos no cantinho!

Há três anos atrás eu escrevia o primeiro post no Cantinho do Starr e começava minha experiência como blogueiro.

Foram quase duzentas postagens desde então, com assuntos extremamente variados, mas que representam(vam) meu ponto de vista sobre o mundo e tudo o que acontece nele.

Houve uma época em que pensei em desistir do blog, pois não estava achando tempo para dar a atenção que ele merecia. Resultado? Acabei criando o StarrTec, meu blog voltado exclusivamente para tecnologia.

Não é que eu seja de dar mais atenção ao caçula, mas como eu trabalho na áera, foi natural o aparecimento de assuntos para os posts do Starr Tec e este blog acabou meio que esquecido, em segundo plano.

Entendam, eu gosto muito de escrever, expressar minhas idéias, pensamentos e opiniões (seria muito melhor se isso me rendesse alguns trocados). Infelizmente o tempo para isso está bem raro atualmente.

Não sei qual é o futuro deste blog ou de qualquer outro que mantenho, só sei que esse comichão, essa vontade de dizer ao mundo o que rola entre meu neurônios, não vai morrer tão cedo.