Comecei a ver hoje (16/12) uma postagem no Facebook sobre uma enfermeira que teria surrado um pequeno cachorro até a morte, na frente de sua filha de 3 anos.
Junto com o texto com dados bem completos (RG, nome da mãe, telefones, possíveis endereços), uma petição online pedindo punição máxima a essa pessoa e o vídeo mostrando o tal assassinato.
Rodei o vídeo para tentar ver o rosto da fulana antes das agressões começarem, mas não consegui e não tive coragem de assistí-lo inteiro.
Não vou nem discutir o ato inadmissível feito contra um pobre animal que, é claro, gera revolta e junto com ela o desejo de que justiça seja feita, a qualquer modo, preferencialmente com os mesmos requintes de crueldade.
O que eu quero ressaltar é que o que nos separa de pessoas como essas é o respeito pela vida, mesmo de quem não mereça. É claro que tal ato merece punição exemplar e espero que a divulgação chame a atenção da sociedade para leis mais duras de proteção para os animais (quantos e quantos casos devem ocorrer todos os dias pelos quintais das casas).
No entanto, o que eu vejo nos comentários é um ódio e uma incitação à violência num nivel tão chocante quanto às cenas do video. Claro, podem ser declarações no calor do momento e nesse instante qualquer um pode ser dominado pela raiva e desejo de sangue, mas agir assim apenas nos rebaixa ao nível que quem repudiamos.
Com tantos dados pessoais disponíveis e compartilhados de forma tão rápida (é a maravilha da internet) não duvido que apareçam alguns fanáticos (sempre existem) ou psicopatas (Dexter feeling) que resolvam aplicar na prática a "vontade de muitos", num ato de selvageria e bestialidade (merecida, vão dizer). Pode até que sobre pro marido da enfermeira, afinal vai que ele era conivente?
O cachorro será vingado? Pode ser. Seremos pessoas melhores depois disso? Com certeza, não.
Só sei que violência gera violência, ódio gera ódio e são sentimentos próprios do ser humano, mas que nem por isso devem ser exaltados e inflamados. Caso contrário, o destino é a barbárie.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Um pato tem duas patas, este cão também
Este vídeo que mostra como a força de vontade vence os obstáculos. Um cachorro serve de exemplo para nós, humanos (pra variar).
http://video.google.com/videoplay?docid=2322849743749379276
Obs.: o título original era "cão de duas patas", mas mudei, pois o objetivo deste post não é atrair pessoas que gostam e vêem isso com "bizarrice"

Obs.: o título original era "cão de duas patas", mas mudei, pois o objetivo deste post não é atrair pessoas que gostam e vêem isso com "bizarrice"
segunda-feira, 12 de março de 2007
Um ano com as loucuras da Branquinha!
Dia 05 a Branquinha fez aniversário de um ano. Todos os filhotes da Lukinha foram doados, mas a Branca acabou voltando, pois a criança que ficou com ela não tinha autorização dos pais para tal. No final, acabamos adotando-a em definitivo para fazer companhia (leia-se atormentar) a mãe.
sexta-feira, 17 de março de 2006
Que cachorrada!
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