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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Uber Eats vai encerrar as atividades: culpa das leis ou do próprio mercado?



Recebi, por e-mail, um texto falando sobre a saída do Uber Eats, no Brasil.

Curioso, resolvi ver se e o que o Peter (canal Ancapsu) falaria sobre isso. No vídeo ele comenta que são vários os fatores que influenciaram, mas na sua a maior parte, ressalta o efeito negativo da lei aprovada que concede benefícios aos entregadores. Ele afirma que isso aumentaria os custos (no que eu concordo), mas dá a impressão que foi isso o principal fator da saída do Uber Eats.

Praticamente todo mundo nos comentários culpando o Estado pelo desemprego dos entregadores.

No entanto, o texto que eu havia lido, fala em reposicionamento do mercado e que a Uber continuará com outros tipos de entrega. Mas a lei aprovada não afeta também esses entregadores?

Além disso, outras empresas estão crescendo e elas também são afetadas pela lei.

A matéria também fala da "competição brutal" do iFood, ou seja, problemas típicos do livre-comércio.

Tive a impressão que o viés libertário dele é esse: mostrar o lado negativo da influência do Estado, exagerar no seu efeito e meio que ignorar os outros fatores.

https://braziljournal.com/uber-eats-desiste-de-restaurantes-foco-sera-cornershop-e-entregas-b2b

Uber Eats fecha as portas por conta de leis para "proteger" trabalhadores: https://www.youtube.com/watch?v=ukTgrRczNA8


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Relógio Olympikus me deixou na mão

Ganhei há um tempo um Kit (relógio + óculos de sol) da marca Olympikus.

Com o tempo, a pulseira de plástico quebrou, mas o relógio funciona perfeitamente.
Entrei em contato com o SAC da Olympikus para adquirir outra pulseira.
O primeiro e-mail indicou um segundo contato.
Este, por sua vez, respondeu que não tinha disponível no momento e pediu para enviar outra mensagem em 40 dias. Foi a única resposta que tive.
Não liguei para a empresa pois não acho certo pagar interurbano para ter esse tipo de informação.
Depois de três meses esperando e de várias tentativas de contato, desisti.
Não sei quanto custou o relógio (R$120,00, no último site que vi), mas é bem mais caro que aqueles "vintão" pagos em relógio de camelô.
Fico imaginando se eu tivesse comprado um relógio de 400, 600 reais, teria de jogá-lo fora por causa de uma pulseira que não custa um décimo do valor ou será que outras empresas têm um suporte melhor aos seus clientes?

Update 23/11/2023
Posteriormente comprei um relógio Cassio. A pulseira dele já quebrou duas vezes, mas achei fácil para comprar. Não são baratas, mas achei.
Ainda tenho e uso o óculos de sol desse kit

domingo, 16 de dezembro de 2007

E terminou a CPMF!

Por votação, os senadores derrubaram a prorrogação da CPMF, na madrugada de quinta (13/12). O chamado "imposto do cheque", abocanhava 0,38 % de cada movimentação bancária feita.

O governo diz que perdeu uma arrecadação de R$ 40 bilhões e agora "chora as pitangas". Por outro lado, R$ 40 bilhões a mais estarão nos bolsos das pessoas, aquecendo a economia.

Até acredito que boa parte do imposto estava sendo empregada em áreas de interesse (PAC, bolsa-família, saúde etc), porém é fato que esse imposto foi criado para ser provisório e destinado à saúde, até que o governo recuperasse as contas. O que não aconteceu.

Comparo o caso àquele cunhado/amigo que te pede um dinheiro "emprestado", ou então uma folha de cheque. O faz uma vez, duas, três e, sem que você perceba, ele já adicionou o extra ao "orçamento anual". Se você não disser não, de forma enérgica, mesmo ele alegando necessitar daquilo para itens essenciais, o sujeito nunca vai aprender a conseguir outras rendas.

Por isso fui contra a CPMF. O governo tem de aprender a gastar melhor, diminuir a corrupção e a sonegação.

Através do site Contra A CPMF (parece-me que saiu do ar), enviei o seguinte e-mail aos senadores, no dia 12/10:

Bom dia!

Como brasileiro sufocado por tantos impostos, peço aos excelentíssimos que votem contra a renovação da CPMF. Com certeza o governo tem condições de suprir essa "renda extra", seja através do combate a sonegação e a corrupção ou através do uso mais racional dos recursos financeiros.

Confio na consciência dos senhores e de que não vão esquecer de seus eleitores.
Obrigado.
Recebi apenas duas respostas, dos senadores Kátia Abreu (contra a CPMF) e Paulo Renato Paim (a favor). Os outros, me ignoraram por completo. Mesmo assim, foi uma experiência interessante e fiquei com o sentimento de "eu contribuí".

Talvez eles cortem gastos desnecessários, talvez o ano de 2008 seja mais "apertado", talvez criem outro imposto, ou aumentem os atuais. Eu não sei. Só sei que me senti vitorioso e espero que o governo tenha tirado uma boa lição de tudo isso.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Não quero mais CPMF!

Eu lembro quando vi matérias mostrando o caos em que o sistema de saúde se encontrava, há onze anos atrás. Foi quando inventaram uma tal de CPMF, que cobraria uma pequena porcentagem sobre toda movimentação financeira (resumindo, o dinheiro que sai dos bancos ou vai de uma conta de uma pessoa para a de outra). Diziam que não havia recursos para aplicar na saúde e que aquela era a solução.

Lembro que a imprensa até mostrou o número de movimentações necessárias para que R$ 100, 00 desaparecessem e até questionou a constitucionalidade desse imposto, pois teríamos de pagar mesmo quando usamos o dinheiro para pagar outro imposto.

Não achei certo, mas se a causa era nobre e eles não tinham recursos, era aceitável.

Onze anos se passaram, a porcentagem aumentou, o dinheiro passou a ser usado em inúmeros outros setores e a saúde continua problemática.

O governo se acostumou com essa "verba extra" e não quer largar, mas o brasileiro já tem impostos demais para pagar.

Por isso eu também vou aderir à campanha contra a CPMF. Esse ano ela será extinta, a menos que aprovem sua prorrogação (e tudo caminha para isso).

É o momento de agirmos, protestarmos, darmos nosso recado. Chega de CPMF!

Pra começar, visite estes dois sites:
http://www.xocpmf.com.br

http://www.contraacpmf.com.br

Nestes sites vocês poderão ver toda a história desse imposto PROVISÓRIO, fazer abaixo-assinados virtuais, acompanhar as notícias sobre os temas, mandar e-mails para os deputados e senadores e ver outros modos de protestar.

Se você está cansado de tanto imposto, não fique parado.