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sábado, 27 de janeiro de 2024

Godzilla Minus One - ótimo filme porque...

Fui ver o filme pelos comentários positivos de algumas pessoas que sigo, pois o filme não teve o grande investimento em marketing dos grandes blockbusters. E isso é uma pena, pois muitos perderão a oportunidade de vê-lo em tela grande, com som de qualidade, que é como essa obra merece ser vista.
Para começar, é o filme sobre o monstro e sobre as pessoas. Você conhece a história delas, seus dramas, se envolve, o que faz torcer pelos personagens.
O filme consegue te passar medo, grande parte pela música e efeitos sonoros, mas quando é necessários usar os efeitos visuais, são muito bem feitos e impactantes.

Tratou de questões humanas fundamentais enquanto o kaiju, uma verdadeira força da natureza, deixava terror e destruição por onde passava, assim como a guerra e as armas atômicas.

https://filmow.com/godzilla-minus-one-t348921/

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Comentários sobre Vingadores Ultimato (com spoilers)



Comentários sobre Vingadores Ultimato, antes que eu esqueça.
Pra quem não viu, vai ter spoilers do começo ao fim, então, por conta e risco.
Será na ordem que eu lembrar, não necessariamente na ordem que aconteceu.

Achei que ia demorar trazer o Tony de volta, não demorou.
Como a Capitã Marvel achou a nave deles? Se isso foi explicado, não peguei.

Primeira quebra de expectativa: confronto com o Thanos fazendeiro. Thor tentando se livrar da culpa e do pessoal que ficou questionando: por que não cortaram o braço, por que não cortaram a cabeça?

Momento emoção: Tony Stark com a filha e família.

Momento emoção: Clint com sua família, que vira pó.

Gavião ficou sem família, revoltou: a cena do Ronin me fez pensar no Deadpool no MCU: complicado mostrar violência sem ter violência.

Homem-formiga sai do mundo quântico de maneira mais aleatória. Ele ser importantíssimo pra trama: isso o pessoal acertou.

Entendi ser o Tony a desenvolver o "gps do tempo", mas fui muito fácil. Nem vi eles deixando material para ele estudar....

Viagem no tempo acontece na ficção e pode ter várias interpretações na relação causa-consequência. Cada obra segue uma linha de pensamento, o importante é ser fiel à sua escolha.
Passar minutos no mundo quântico enquanto se passaram 5 anos no tempo "normal" é uma coisa. Voltar no tempo é bem diferente, mas aceito esse artifício.

Thor, deus relaxado e beberrão, fantástico! kkkk
Aliás, os brinquedos não entregaram essa parte rs

Toda a parte de volta ao passado foi fantástica, os encontros, as reviravoltas, o encontro de Tony com o pai, Steve ver seu grande amor. Usar a cibernética Nebulosa como deixa para saber sobre o futuro foi uma boa sacada.

Viúva Negra e Gavião Arqueiro indo pegar a jóia da alma... achei que iam bolar um outro jeito, mas... adeus Natasha. Triste, mas, pesando tudo, foi a pessoa certa.

Nave do Thanos destruindo geral!

Thanos é forte pra cacete, mesmo sem as jóias. Onde ele arrumou aquela arma que detonou o escudo do Capitão América?

Capitão digno pegando o martelo do Thor - arrepiou!

Exército de Thanos chegando, f....geral! Vingadores voltando e trazendo os exércitos. "Vingadores, avante!" - Êxtase

Porradaria, mas no meio os reencontros dos personagens.

Esse Peter reencontra Tony - emocionante.

Capitã Marvel é forte, mas já viram a Feiticeira Escarlate full pistola querendo vingar seu grande amor? Thanos teve que apelar.

Momento Girl Power: minha filha adorou, mas eu achei meio forçado e desnecessário.

Capitã quase vencendo o Thanos, mas não seria justo ser ela.

Thanos: eu sou inevitável
Tony: eu sou o Homem-de-ferro.
Que final para um personagem! Triste, mas digno e justo!
Essa era a bola mais cantada que não chega a ser spoiler, estava na cara que ia morrer. Restava saber quando e como. E eles capricharam.

Steve volta para devolver as jóias e fica no passado, com seu grande amor. Também uma bola cantada como o final mais justo para o personagem.
Agora, ele aparecer velhinho significa que ele usou voltou à realidade dele depois de velho, para seguir a lógica de viagem no tempo utilizada? Ou foi um furo de roteiro pra ficar mais bonito?

Capitão indo devolver a joia da alma e vê o Caveira Vermelha: você por aqui?

Quem se sacrificou pela joia não volta mais, MAS trouxeram a Gamora de outro universo e ela acabou ficando por aqui. Isso abre possibilidades.

Thor ficou sem seu martelo naquela realidade, levado pelo Thor gordo.

Funeral emocionante.

Mesmo que você não goste do gênero, tem que se admirar o trabalho feito durante todos esses anos! Merecem os bilhões de bilheteria, o reconhecimento e o amor dos fãs.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

19/04/2011: o dia em que a Skynet entrou em ação

Dia 19 de abril de 2011, 20:11. Dia e hora em que a inteligência artificial Skynet foi ligada (no mundo da ficção). Os dados foram retirados da série O Exterminador do Futuro: Crônicas de Sarah Connor, continuação da franquia de filmes O Exterminador do Futuro.

Nos filmes, Skynet foi o primeiro software a se virar contra os seres humanos, por possuir auto-conhecimento.

Leia mais, no Olhar Digital.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Doação de livros e revistas

Aproveitando uma campanha da Secretaria de Cultura de Avaré, para doação de livros e revistas a escolas, resolvi me desfazer de vários dos meus. Foi com dor no peito, admito, por dois motivos:
  1. São livros muito bons, em suas áreas específicas;
  2. São lembranças de uma parte muito marcante da minha vida.
Uma Breve História do Tempo, Dragões do Édem, Alpha Centauri, exemplares de Isaac Asimov Magazine levam à minha época de adolescência e carregam toda uma nostalgia.
Entretanto, pontos pesaram também:
  1. Apesar do conteúdo muito bom, as chances de eu lê-los novamente são praticamente nulas. Na prática, só estavam ocupando espaço numa casa pequena, se deteriorando e longe dos meus olhos, ou seja, nem lembranças eles traziam (fora momentos de organização);
  2. Quando minha filha estiver com idade de ler sobre esses assuntos e, caso se interesse, os encontrará em versão digital;
  3. Talvez, fazendo essa doação, eles cheguem a mãos de pessoas que possam aproveitar de tão boa leitura, assim como eu aproveitei.
Vou sentir falta daqueles livros, todavia acredito que foi melhor assim. Acho que é isso que se chama desapego.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Minha opinião sobre Avatar

Desde que minha filha nasceu eu não fui mais ao cinema, por motivos que não vem ao caso agora. Isso foi há dois anos e meio, quando vi Transformers. Entretanto não podia perder o tão falado Avatar.

Peguei a sessão das 21:15hs, no Cine Veneza. Segunda semana, deu só 2/3 da sala ocupada.
A enredo em si não traz nada de novidade, houve umas duas ou três cenas que me fizeram prever algo que estava por vir, mas nada que prejudicasse o filme. Ou seja, se não é o destaque, também não estraga a obra.

O que vale mesmo é o espetáculo visual em que mergulhei, ou, em uma só palavra: Pandora. Florestas com diversos tipos de vegetação, cachoeiras, vários tipos de animais, nunca vi tanto em um só filme e de forma tão realista. Não dava pra dizer, isso não existe, Pandora parecia um planeta (ou seria lua) real, onde foram feitas as filmagens.

Quando já estava me acostumando com a beleza do lugar, novos cenários surgiam, mais surpreendentes ainda. E a batalha final foi de arrepiar!

Só para se ter uma ideia, nas fileiras à minha frente sentaram-se vários (pré-)adolescentes. Achei que iriam fazer algazarra durante o filme, mas nas 2:30 de duração, não se ouviu nenhum pio no cinema!

Claro, alguns fatores pesaram negativamente para uma avaliação isenta:

  • Eu já dormira mal na noite anterior e meu corpo pedia por cama; se em um momento eu queria que o filme acabasse logo, era por causa disso;
  • Todo filme desse tipo gera uma grande expectativa e acabamos sendo mais exigentes que o normal;
  • Acabara de ouvir um podcast sobre os filmes de Martin Scorcese. Embora sejam estilos completamente diferentes, no subconsciente acabamos fazendo comparações.
Embora prefira filme legendado, este eu gostaria de ter visto dublado, para prestar mais atenção nos detalhes, além  do que a dublagem também foi muito elogiada.

Resumindo, o filme é incrível, dentro do estilo dele, que, obviamente, não agradará a todos. Adorei ter visto no cinema, fiquei com mais vontade de assistir em 3D. E saí com a sensação de que tudo pode ser feito no cinema, desde que se possa pagar pela tecnologia.

Na minha opinião, baixar na internet um .rmvb pra assistir num monitor de 17´´ seria um sacrilégio. Se não puder ir ao cinema, espere sair na locadora e assista na casa do seu amigo que tem BluRay e TV acima de 29''. Vai valer a pena.

Escrevi também: Fiquei boquiaberto com Avatar, no StarrTec.

Avatar no IMDB, e-pipoca, Nerdcast Jovem Nerd, Adoro Cinema

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Pirataria e ansiedade

Gosto de filmes, mas estou longe de ser um cinéfilo. Assisto a uma média de dois filmes por semana, se tanto, não porque não queira mais, apenas porque tenho inúmeras outras atividades e não sobra tempo.
Ou seja, sempre deixarei de ver filmes muito bons, porque a oferta (lançamentos) é muito maior do que a (minha) demanda.
Quando quero muito ver um filme, não demoro muito a alugá-lo após seu lançamento, embora faça tempo que eu não chego mais ao ponto de "reservá-lo", devido às dificuldades que isso traz.
Se o filme é muito, muito bom, quase sempre dou um jeito de assistir no cinema, pois é um filme que merece a "tela grande".
Pelos motivos descritos nos primeiros parágrafos, também dificilmente assisto um filme mais de uma vez, fora exceções.

Já a pirataria, questões legais à parte, envolve vários processos mais ou menos chatos, dependendo da estrutura tecnológica que se tem:
  • Mesmo que eu tivesse banda larga (que não tenho) teria de ter uma boa fonte de vídeos e de legendas (achar filmes dublados é muito mais difícil); mesmo que o download fosse automático, teria de perder vários minutos pra achar os arquivos e depois deixar o micro ligado consumindo energia elétrica e minha banda (que poderia ter limite de Mb/mês, dependendo do plano);
  • Ou eu abriria mão da qualidade baixando um DVD transformado em VCD, ou escolheria um formato compactado de alta qualidade (DivX, por exemplo) compatível com meu DVD (que não é o caso), ou assistiria ao filme no próprio PC, abrindo mão do conforto (meu micro está longe de ter a qualidade da minha TV);
  • Ainda restava a alternativa de utilizar um outro programa pra converter no formato de DVD (o que ocuparia algumas horas);
  • Ah, sim, assistir fora do micro exigiria a gravação de alguma mídia (mais algum tempo e dinheiro investido);
  • Quanto a comprar o produto feito, no camelô do centro, sempre se corre o risco de vir um filme com "pobrema", seja na qualidade, na edição (muitos mutilam os filmes) ou na gravação. E é bem mais caro do que alugar, principalmente para um produto que utilizarei "uma vez na vida e outra na morte" (claro, existem tipos de filmes que são assistidos mais de uma vez, como documentários, musicais, infantis (pela criançada) e os eróticos (pelos adultos, hehe)).
Mesmo que todos esses fatores colaborem para você, não dá pra negar que ainda é muito mais complicado e/ou custoso (de tempo e/ou de dinheiro) ver um filme de forma "ilegal".
A impressão que dá é que o que move essas pessoas é a ansiedade. Elas querem ver primeiro!
Mesmo que no cinema seja mais legal, que o DVD da locadora venha na sua língua, com muitos extras, qualidade superior, não importa: o melhor é assistir antes.
Aqueles ótimos filmes que não vi e que estão nas locadoras, aqueles já não mais interessam, pois agora os lançamentos chegam antes nas mãos dos consumidores ansiosos, seja via web ou nas mochilas do pessoal.
Isso sim, parece valer o esforço, a paciência e algumas horas "perdidas": estar à frente da maioria, que terá de esperar meses pra ver o que você já viu e já está comentando por aí...

Claro, logo logo baixar um filme em casa com alta qualidade será tão ou mais fácil que pegá-lo em uma locadora. Aí elas terão de inventar outro modo de ganhar dinheiro. Enquanto isso, continuo no método tradicional (e legal).


Obs: no caso de seriados, a situação é pior, pois o tempo que levam, desde o seu lançamento no país original até sua chegada às locadoras brasileiras, é absurdo. Fãs de Lost que o digam. Aí o fator "fã" influi também no fator ansiedade, aumentando o número de adeptos da pirataria.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Transformers


Normalmente eu faço comentários sobre filmes no CineXande, meu site que é específico para isso.
Mas este resolvi comentar aqui. Terça-feira (31/07/07) fui ao cinema assistir Transformers.
Talvez não seja o melhor filme de ação, nem o melhor de ficção, mas é um filme muito bom!
Especialmente para o pessoal como eu, na faixa dos 30 anos, que curtia os desenhos que passavam aos domingos na Globo.

Lembro-me várias vezes de ter de me contentar com a TV preto e branco da minha avó para não perder nenhum episódio, mesmo quando fora de casa.
Nunca tive muitos brinquedos, mas alguns marcaram fases da minha infância e Transformers foi uma das melhores.
Montava naves espaciais e criava enredos elaborados, que chamavam a atenção dos adultos. Ficava muito feliz quando conseguia juntar um dinheiro e adquirir mais um carro/robô, mas como isso era raro, muitas vezes tentava montar meus próprios, com sucata, cola tesoura e outros apetrechos.
Meu sonho de consumo então era o Líder Optimus, que, segundo fiquei sabendo uma vez, poderia ser encontrado na Liberdade.
Quando saíram as revistas em quadrinhos comprei quase todas, até quando pararam de produzí-las.
Pode-se imaginar então como foi gostoso ver aqueles heróis e vilões da minha infância tornarem-se “reais” na telona.
Estranhei o fato do filme ser dublado (será que consideraram filme “de criança”? Homem-aranha 3 era legendado), mas depois vi que foi melhor assim, pois ia ser difícil acompanhar as legendas e as cenas de ação rapidíssimas (como aconteceu com Homem-Aranha 3; acho que isso vai acabar se tornando um padrão). Sem falar que algumas vozes eram as mesmas do seriado dos anos 80!
Ok, ok, várias coisas estavam diferentes da TV e dos quadrinhos por vários motivos (por exemplo: o simpático fusquinha foi substituído por um Camaro, só porque a Wolkswagem não quis colaborar)
mas não dava pra dizer e sentir que não eram os Transformers!
Não sei que fim levou todos os meus poucos brinquedos, entre eles, meus amigos robôs. Sobrou apenas um, quebrado em vários lugares, não pára nem em pé o coitado. Mas era o meu preferido e hoje é o elo de ligação entre o trintão e aquele menino, que adorava inventar histórias e construir brinquedos.
- Autobots! Transformar.... rodando!!



PS: no dia seguinte, ao passar pela distribuidora de revistas, vi algumas HQ dos Transformers: uma era a adpatação do filme, a outra contava a história anterior. Mas havia outras lá: fui folhear e, qual foi meu espanto, ao ver que eram as mesmas histórias que eu já havia lido há quinze anos (ou mais)! Estavam fazendo uma reedição. Nossa, é muita nostalgia, hehe....

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Meu eu espalhado por aí (parte 1)

Desde os primeiros contatos com a internet (há 10 anos), sempre gostei de testar os recursos e tecnologias existentes. Por isso, me cadastrei em inúmeros serviços, baixei muitos programas, mesmo que não precisasse realmente daquilo, mas apenas para experimentá-lo.
Isso me trouxe um conhecimento imensurável, por outro lado também alguns inconvenientes.
Pra começar, uma lista enorme de sites, usuários e senhas (afinal, minha memória não anda lá essas coisas). Como não crio "massa de dados" para testes, normalmente coloco informação relevante para mim. E isso leva a outro porém: aonde estão as informações quando preciso delas?
Vou colocar como exemplo minha lista de filmes assistidos:
Inicialmente ela se encontrava em um arquivo texto, que eu tinha de transportar de um lugar para outro via disquete e só estava acessível a mim.
Depois comecei a brincar com criação de sites e ele virou uma página na internet. Só que era muito complicado atualizá-la cada vez que eu via um filme. E eu não podia ordenar os filmes por nome, categoria ou ranking, por exemplo.
Descobri então o Blogger. Me cadastrei, usei-o por um tempo (muito mais fácil anotar um novo filme), mas aqui é chato por smileys (as notas dos filmes). Já foi pior, agora nem tanto. E o problema dos filtros e ordenações persistia (embora agora o blog esteja mais flexível).
Então comecei a aprender PHP. Encontrei um servidor gratuito (mais um cadastro) e vi a possibilidade de personalizar minha lista de filmes (será que alguém mais a vê além de mim?).
Deu um certo trabalho/aprendizado de programação e o basicão ficou funcional. Pode ficar mais prático, mas está funcional. Ainda não fiz os desejados filtros e ordenações (será que um dia farei? Não sei, mas é possível faze-lo).
Ah, quanto a colocar smiley no post, descobri recentemente que o Wordpress permite isso de um modo bem fácil. O Spaces, da Microsoft também (tenho cadastro nos dois), mas ele é muito pesado (a MS não se toca!).
Estava a cadastrar meus filmes quando percebi que seria legal trocar comentários com outras pessoas, saber o que os acham sobre os filmes ao invés de apenas dar minhas notas pessoais. Descobri que no Beltrano (tenho cadastro lá também) existem "Canais" específicos sobre isso (sem falar nos sites dedicados a Cinema que você encontra na net). O que fazer então? Migrar novamente os dados para um destes serviços? Programar em PHP para que meus filmes recebam comentários e implementar outros recursos legais (o que demanda tempo, muito tempo), consciente de que quase ninguém vai passar por lá? Ou, quem sabe, passar tudo para o Google Notas (facílimo de usar) ou para o Google Textos e Planilhas, abrindo mão (novamente) de alguns recursos que acho interessantes?
O fato é que, por enquanto, minha lista de filmes continua aqui, sem os recursos dos serviços gratuitos, sem a maioria das funcionalidades que (posso e) gostaria de implementar e sem interagir com ninguém (se é que alguém visita a página, além de mim).

PS: Hoje descobri que agora posso usar "tab" dentro da caixa de edição do post sem ir para o próximo campo da tela. Isso me permite colocar espaço no início dos parágrafos sem ficar usando a tecla "espaço". Minha professora de primário ficaria feliz, se estivesse viva, pois os "dois dedos" de espaço antes de escrever estão de volta.