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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Pesquisar sempre é bom
Encontrei uma ducha elétrica, no Submarino e resolvi pesquisar o modelo no site Jacotei, para ver se achava mais em conta, em alguma outra loja. E achei, no próprio Submarino! Seguindo pelo link indicado, encontrei o mesmo produto, R$13,99 mais barato, na mesma loja!
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Escolha o nome do seu futuro filho
Para os pais que não têm imaginação para dar nome ao futuro herdeiro, a internet está aqui para ajudar.
Você pode pesquisar entre centenas de nomes ou criar um próprio.
http://www.morroida.com.br/nome-de-pobre
Ainda bem que eu descobri isso depois do nascimento da Amanda (brincadeira).
Você pode pesquisar entre centenas de nomes ou criar um próprio.
http://www.morroida.com.br/nome-de-pobre
Ainda bem que eu descobri isso depois do nascimento da Amanda (brincadeira).
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Por que blogar?
São 04:38 da manhã quando eu começo a escrever esse texto.
Escrevo a esse horário pois estou de licença, em casa, com banda estreita, sem internet ilimitada e não querendo estourar a conta telefônica.
Tenho várias coisas a fazer no PC, seja on ou off-line, mas estou aqui, colocando mais um post no meu blog. E a pergunta que às vezes me faço é.... por que?
Vamos aos fatos:
Claro, posso ignorar isso tudo, porém meu blog se tornará apenas mais um "Diário virtual", ou seja, algo que escrevo, no final das contas, para mim mesmo.
Pesquisei então alguns motivos que levam as pessoas e ter um blog e achei vários textos interessantes.
No blog do Bruno Torres, ele responde à pergunta, Por que eu blogo? Separei algumas respostas:
1. Blogs são fáceis
(...) blogs são fáceis de ler e fáceis de escrever, fáceis de editar e fáceis de publicar.
2. Blogs são facilitadores sociais
Jamais conheci tantas pessoas online quanto no último ano em que venho editando meus três - agora quatro - blogs. Você pode dizer que amizades virtuais não são o mesmo que amizades reais. Eu digo que amizades são amizades. As reais são mais concretas, mas as virtuais são um bom começo.
3.Blogs são desafiadores
A cada dia me vejo desafiado a levar alguma coisa que, imagino, será útil, importante ou divertida para os meus leitores. Se você gosta de um desafio e gostaria de colocar um tempero a mais em sua vida, um blog é um prato cheio até as bordas.
4. Um blog pode fazer você se sentir um pop star
Calma! Os paparazzi não vão fazer plantão na sua janela. Ainda não. Mas ao expressar suas opiniões e ao congregar um público leitor, você de repente passa a ter uma audiência e a preencher aquele seu lado que sempre quis a fama na medida certa. Nem mais, nem menos.
5. Um blog pode fazer você ganhar dinheiro
As possibilidades de se ganhar dinheiro com blogs no Brasil ainda estão abertas e em potencial, diferente dos países de língua inglesa, onde isso já é mais comum. Com o desenvolvimento da internet em nosso País nos próximos anos, você tem um mercado em potencial para explorar e todas as vantagens de ser um pioneiro no ramo.
6. Um blog pode ser um cartão de visitas
Digamos que você seja um especialista em algum assunto. Um engenheiro, por exemplo. Você pode ter um blog com um domínio www.seunome.com - em que escreverá artigos sobre engenharia, mostrando toda a sua competência e criatividade - e usá-lo em seu cartão de visitas. E, sim, o blog ao ser visitado pode abrir muitas possibilidades profissionais. Imagine as possibilidades no caso de engenheiros, publicitários, jornalistas, médicos e outros profissionais. Um blog pode abrir oportunidades de negócios, emprego e muito mais.
7. Você pode se sentir (e ser) um articulista respeitado
Aconteceu mais um escândalo na política nacional? Diga o que ninguém disse ainda e construa uma reputação formada por opiniões íntegras e livres das influências de patrocinadores e grupos políticos. Por menor que seja o seu público no início, você vai ser ouvido e formar opiniões com efetividade. Algumas pessoas vão esperar para ver o que você tem a dizer sobre determinado assunto. Além disso, você poderá se expressar com liberdade, respeitando tão somente seus próprios valores éticos, responsabilizando-se corajosamente pelas conseqüências que isso possa ter sobre você ou sobre os outros.
8. Um blog não tem chefe. O chefe é você
Mesmo que você não encare o seu blog profissionalmente, isto é, publique apenas por diversão, não há nada melhor que saber que você está fazendo algo não porque alguém pediu ou mandou, mas porque você quer. Os blogs são uma expressão de independência e boa vontade e você pode ter isso facilmente.
9. Blogs são uma espécie de comunidade: as pessoas se ajudam
Lembro, quando eu era criança, de como se falava em rádio-amadores e como eles se ajudavam entre si, comunicando-se ao redor do mundo, e também como eram unidos. O equipamento era caro, no entanto. Hoje é possível ter esse mesmo sentimento de irmandade com os blogs de uma maneira mais barata e acessível.
O que um editor de blog não sabe, outros sabem e compartilham esse conhecimento. Existem diversos blogs que podem ajudar você a melhorar o seu próprio blog, não só do ponto de vista técnico como também editorial - que é a principal proposta deste site.
10. Um blog pode fazer você descobrir novos talentos
Quando você começa a blogar, você descobre que tem todas as informações de que precisa na própria internet. Aos poucos aprende um tanto de programação - PHP, CSS, HTML e outras coisas (tudo bem, eu também não sabia o que elas eram até bem pouco tempo atrás) -, um pouco de design, um pouco de marketing, um pouco de literatura e, quando percebe, descobre talentos que nem imaginava que tinha.
Confesso que estes posts me deram um incentivo, pois estava prestes a desistir. Fato é que sempre gostei de escrever, embora essa atividade tenha diminuido muito com o passar dos anos (se eu tivesse internet na minha adolescência, aí sim vocês veriam o que é produção criativa!). Mesmo assim, uma chama ainda arde em mim e me leva a criar e a levar aos outros minhas criações.
O ponto principal é que eu cheguei naquele momento em que a gente precisa decidir entre continuar como "ficante" ou ter um namoro. O que eu quero do meu blog? Quais meus objetivos? O quanto ele vai exigir de mim pra me dar o que eu quero?
Resposta a essas perguntas podem gerar uma revolução interna, a geração de filhos ou até a morte do Cantinho do Starr.
Uma hora e vinte e dois minutos depois, post escrito, revistado e publicado.
Escrevo a esse horário pois estou de licença, em casa, com banda estreita, sem internet ilimitada e não querendo estourar a conta telefônica.
Tenho várias coisas a fazer no PC, seja on ou off-line, mas estou aqui, colocando mais um post no meu blog. E a pergunta que às vezes me faço é.... por que?
Vamos aos fatos:
- Nos três últimos meses, segundo o Google Analytics, este blog teve o fantástico número de 83 visitas, uma taxa de rejeição (o usuário abre minha página, mas logo sai) de 76 %. É um péssimo período, é verdade. No anterior consegui 2798 visitas. Mesmo assim a taxa de rejeição ainda era grande e o tempo médio de permanência no site, muito curto.A grande maioria vem através de sistemas de pesquisa, ou seja, são o que chamamos de "paraquedistas". Leitores eventuais, uns dois ou três. Fiéis, acho que nenhum.
- Manter um blog exige tempo, desde a escolha do layout, estudo e utilização de plugins e ferramentas interessantes, divulgação até o estudo de técnicas para melhorar a visitação; Quanto menos tempo se dispõe para isso (e eu tenho disposto pouco), menos visitas ele terá;
- Manter um blog também exige tempo para a criação de posts inteligentes, bem argumentados, bem linkado, com uma boa redação e com o mínimo de erros gramaticais. Às vezes um tema acaba se tornando uma "tarefa", um "compromisso" adicionado à minha lista enorme de coisas a fazer, como aconteceu com este;
- Li uma vez num blog e concordo: opinião e que nem bunda: todo mundo tem. Por que a minha é mais importante? Como ela vai se destacar? Isso só acontece se seu texto é muito bem argumentado e/ou se você é uma figura que já tem credibilidade dos seus leitores. A cada dia, 1,5 milhão de posts são feito nos blogs (17 por segundo), segundo uma pesquisa que vi na revista Info. Achar o seu espaço exige dedicação e tempo a ser investido;
- "Testemunhos comovem, exemplos arrastam". Do mesmo modo, acredito que "textos comovem, conversas arrastam". Dependendo do assunto tratado, será que um blog é o melhor veículo de comunicação? Claro, minha opinião estará disponível para o mundo "eternamente", ao alcance de uma pesquisa no Google. Mas será que o público-alvo pesquisará por esse tema, terá paciência de ler e lembrará do assunto (ou sofrerá o efeito Mensagem Powerpoint)? Se eu quero convencer alguém sobre como é bom o catolicismo ou o software livre, serei mais útil escrevendo 10 textos por dia ou escrevendo um e usando outros meios, como um bate-papo real?
Claro, posso ignorar isso tudo, porém meu blog se tornará apenas mais um "Diário virtual", ou seja, algo que escrevo, no final das contas, para mim mesmo.
Pesquisei então alguns motivos que levam as pessoas e ter um blog e achei vários textos interessantes.
No blog do Bruno Torres, ele responde à pergunta, Por que eu blogo? Separei algumas respostas:
- Para compartilhar com as pessoas o pouco conhecimento que tenho
- Para poder sorrir a cada elogio, tentar crescer com as críticas construtivas e me divertir ignorando as destrutivas
- Porque blogar é preciso, já disse o poeta
- Porque blogar é a maneira mais simples, rápida, barata e efetiva de se tornar alguém nesse universo que chamamos de web
- Porque aprender é bom, poder ensinar aos outros aquilo que você aprendeu é melhor ainda e ver que o que você ensinou ajudou muita gente e ainda ser elogiado por isso é priceless (não tem preço).
1. Blogs são fáceis
(...) blogs são fáceis de ler e fáceis de escrever, fáceis de editar e fáceis de publicar.
2. Blogs são facilitadores sociais
Jamais conheci tantas pessoas online quanto no último ano em que venho editando meus três - agora quatro - blogs. Você pode dizer que amizades virtuais não são o mesmo que amizades reais. Eu digo que amizades são amizades. As reais são mais concretas, mas as virtuais são um bom começo.
3.Blogs são desafiadores
A cada dia me vejo desafiado a levar alguma coisa que, imagino, será útil, importante ou divertida para os meus leitores. Se você gosta de um desafio e gostaria de colocar um tempero a mais em sua vida, um blog é um prato cheio até as bordas.
4. Um blog pode fazer você se sentir um pop star
Calma! Os paparazzi não vão fazer plantão na sua janela. Ainda não. Mas ao expressar suas opiniões e ao congregar um público leitor, você de repente passa a ter uma audiência e a preencher aquele seu lado que sempre quis a fama na medida certa. Nem mais, nem menos.
5. Um blog pode fazer você ganhar dinheiro
As possibilidades de se ganhar dinheiro com blogs no Brasil ainda estão abertas e em potencial, diferente dos países de língua inglesa, onde isso já é mais comum. Com o desenvolvimento da internet em nosso País nos próximos anos, você tem um mercado em potencial para explorar e todas as vantagens de ser um pioneiro no ramo.
6. Um blog pode ser um cartão de visitas
Digamos que você seja um especialista em algum assunto. Um engenheiro, por exemplo. Você pode ter um blog com um domínio www.seunome.com - em que escreverá artigos sobre engenharia, mostrando toda a sua competência e criatividade - e usá-lo em seu cartão de visitas. E, sim, o blog ao ser visitado pode abrir muitas possibilidades profissionais. Imagine as possibilidades no caso de engenheiros, publicitários, jornalistas, médicos e outros profissionais. Um blog pode abrir oportunidades de negócios, emprego e muito mais.
7. Você pode se sentir (e ser) um articulista respeitado
Aconteceu mais um escândalo na política nacional? Diga o que ninguém disse ainda e construa uma reputação formada por opiniões íntegras e livres das influências de patrocinadores e grupos políticos. Por menor que seja o seu público no início, você vai ser ouvido e formar opiniões com efetividade. Algumas pessoas vão esperar para ver o que você tem a dizer sobre determinado assunto. Além disso, você poderá se expressar com liberdade, respeitando tão somente seus próprios valores éticos, responsabilizando-se corajosamente pelas conseqüências que isso possa ter sobre você ou sobre os outros.
8. Um blog não tem chefe. O chefe é você
Mesmo que você não encare o seu blog profissionalmente, isto é, publique apenas por diversão, não há nada melhor que saber que você está fazendo algo não porque alguém pediu ou mandou, mas porque você quer. Os blogs são uma expressão de independência e boa vontade e você pode ter isso facilmente.
9. Blogs são uma espécie de comunidade: as pessoas se ajudam
Lembro, quando eu era criança, de como se falava em rádio-amadores e como eles se ajudavam entre si, comunicando-se ao redor do mundo, e também como eram unidos. O equipamento era caro, no entanto. Hoje é possível ter esse mesmo sentimento de irmandade com os blogs de uma maneira mais barata e acessível.
O que um editor de blog não sabe, outros sabem e compartilham esse conhecimento. Existem diversos blogs que podem ajudar você a melhorar o seu próprio blog, não só do ponto de vista técnico como também editorial - que é a principal proposta deste site.
10. Um blog pode fazer você descobrir novos talentos
Quando você começa a blogar, você descobre que tem todas as informações de que precisa na própria internet. Aos poucos aprende um tanto de programação - PHP, CSS, HTML e outras coisas (tudo bem, eu também não sabia o que elas eram até bem pouco tempo atrás) -, um pouco de design, um pouco de marketing, um pouco de literatura e, quando percebe, descobre talentos que nem imaginava que tinha.
Confesso que estes posts me deram um incentivo, pois estava prestes a desistir. Fato é que sempre gostei de escrever, embora essa atividade tenha diminuido muito com o passar dos anos (se eu tivesse internet na minha adolescência, aí sim vocês veriam o que é produção criativa!). Mesmo assim, uma chama ainda arde em mim e me leva a criar e a levar aos outros minhas criações.
O ponto principal é que eu cheguei naquele momento em que a gente precisa decidir entre continuar como "ficante" ou ter um namoro. O que eu quero do meu blog? Quais meus objetivos? O quanto ele vai exigir de mim pra me dar o que eu quero?
Resposta a essas perguntas podem gerar uma revolução interna, a geração de filhos ou até a morte do Cantinho do Starr.
Uma hora e vinte e dois minutos depois, post escrito, revistado e publicado.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Pirataria e ansiedade
Gosto de filmes, mas estou longe de ser um cinéfilo. Assisto a uma média de dois filmes por semana, se tanto, não porque não queira mais, apenas porque tenho inúmeras outras atividades e não sobra tempo.
Ou seja, sempre deixarei de ver filmes muito bons, porque a oferta (lançamentos) é muito maior do que a (minha) demanda.
Quando quero muito ver um filme, não demoro muito a alugá-lo após seu lançamento, embora faça tempo que eu não chego mais ao ponto de "reservá-lo", devido às dificuldades que isso traz.
Se o filme é muito, muito bom, quase sempre dou um jeito de assistir no cinema, pois é um filme que merece a "tela grande".
Pelos motivos descritos nos primeiros parágrafos, também dificilmente assisto um filme mais de uma vez, fora exceções.
Já a pirataria, questões legais à parte, envolve vários processos mais ou menos chatos, dependendo da estrutura tecnológica que se tem:
A impressão que dá é que o que move essas pessoas é a ansiedade. Elas querem ver primeiro!
Mesmo que no cinema seja mais legal, que o DVD da locadora venha na sua língua, com muitos extras, qualidade superior, não importa: o melhor é assistir antes.
Aqueles ótimos filmes que não vi e que estão nas locadoras, aqueles já não mais interessam, pois agora os lançamentos chegam antes nas mãos dos consumidores ansiosos, seja via web ou nas mochilas do pessoal.
Isso sim, parece valer o esforço, a paciência e algumas horas "perdidas": estar à frente da maioria, que terá de esperar meses pra ver o que você já viu e já está comentando por aí...
Claro, logo logo baixar um filme em casa com alta qualidade será tão ou mais fácil que pegá-lo em uma locadora. Aí elas terão de inventar outro modo de ganhar dinheiro. Enquanto isso, continuo no método tradicional (e legal).
Obs: no caso de seriados, a situação é pior, pois o tempo que levam, desde o seu lançamento no país original até sua chegada às locadoras brasileiras, é absurdo. Fãs de Lost que o digam. Aí o fator "fã" influi também no fator ansiedade, aumentando o número de adeptos da pirataria.
Ou seja, sempre deixarei de ver filmes muito bons, porque a oferta (lançamentos) é muito maior do que a (minha) demanda.
Quando quero muito ver um filme, não demoro muito a alugá-lo após seu lançamento, embora faça tempo que eu não chego mais ao ponto de "reservá-lo", devido às dificuldades que isso traz.
Se o filme é muito, muito bom, quase sempre dou um jeito de assistir no cinema, pois é um filme que merece a "tela grande".
Pelos motivos descritos nos primeiros parágrafos, também dificilmente assisto um filme mais de uma vez, fora exceções.
Já a pirataria, questões legais à parte, envolve vários processos mais ou menos chatos, dependendo da estrutura tecnológica que se tem:
- Mesmo que eu tivesse banda larga (que não tenho) teria de ter uma boa fonte de vídeos e de legendas (achar filmes dublados é muito mais difícil); mesmo que o download fosse automático, teria de perder vários minutos pra achar os arquivos e depois deixar o micro ligado consumindo energia elétrica e minha banda (que poderia ter limite de Mb/mês, dependendo do plano);
- Ou eu abriria mão da qualidade baixando um DVD transformado em VCD, ou escolheria um formato compactado de alta qualidade (DivX, por exemplo) compatível com meu DVD (que não é o caso), ou assistiria ao filme no próprio PC, abrindo mão do conforto (meu micro está longe de ter a qualidade da minha TV);
- Ainda restava a alternativa de utilizar um outro programa pra converter no formato de DVD (o que ocuparia algumas horas);
- Ah, sim, assistir fora do micro exigiria a gravação de alguma mídia (mais algum tempo e dinheiro investido);
- Quanto a comprar o produto feito, no camelô do centro, sempre se corre o risco de vir um filme com "pobrema", seja na qualidade, na edição (muitos mutilam os filmes) ou na gravação. E é bem mais caro do que alugar, principalmente para um produto que utilizarei "uma vez na vida e outra na morte" (claro, existem tipos de filmes que são assistidos mais de uma vez, como documentários, musicais, infantis (pela criançada) e os eróticos (pelos adultos, hehe)).
A impressão que dá é que o que move essas pessoas é a ansiedade. Elas querem ver primeiro!
Mesmo que no cinema seja mais legal, que o DVD da locadora venha na sua língua, com muitos extras, qualidade superior, não importa: o melhor é assistir antes.
Aqueles ótimos filmes que não vi e que estão nas locadoras, aqueles já não mais interessam, pois agora os lançamentos chegam antes nas mãos dos consumidores ansiosos, seja via web ou nas mochilas do pessoal.
Isso sim, parece valer o esforço, a paciência e algumas horas "perdidas": estar à frente da maioria, que terá de esperar meses pra ver o que você já viu e já está comentando por aí...
Claro, logo logo baixar um filme em casa com alta qualidade será tão ou mais fácil que pegá-lo em uma locadora. Aí elas terão de inventar outro modo de ganhar dinheiro. Enquanto isso, continuo no método tradicional (e legal).
Obs: no caso de seriados, a situação é pior, pois o tempo que levam, desde o seu lançamento no país original até sua chegada às locadoras brasileiras, é absurdo. Fãs de Lost que o digam. Aí o fator "fã" influi também no fator ansiedade, aumentando o número de adeptos da pirataria.
terça-feira, 3 de julho de 2007
O orkut do Orkut
Pra quem não sabe, se é que alguém não sabe, o Orkut é uma pessoa de verdade. Seu palavrão nome é Orkut Buyukkokten.
Foi ele que inventou o orkut em seu tempo livre. Graças a isso, muitas pessoas, a maioria brasileiros, passa muito do seu tempo livre navegando no orkut ao invés de inventar alguma coisa útil. Irônico, não?
Ah, sim, ele também "tem orkut": http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=325082930226142255
Abaixo, um screenshot do perfil dele:
Quem gosta de xeretear nos recados dos outros, tem pode se divertir com os mais de 680 mil dele.
Foi ele que inventou o orkut em seu tempo livre. Graças a isso, muitas pessoas, a maioria brasileiros, passa muito do seu tempo livre navegando no orkut ao invés de inventar alguma coisa útil. Irônico, não?
Ah, sim, ele também "tem orkut": http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=325082930226142255
Abaixo, um screenshot do perfil dele:

Quem gosta de xeretear nos recados dos outros, tem pode se divertir com os mais de 680 mil dele.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
O que a internet está fazendo com a paquera...
Do modo como os relacionamentos virtuais estão tomando o lugar dos reais, talvez não demore para a paquera ficar assim:
Vou acabar contando histórias de "como era no meu tempo", igual minha avó fazia, heheh...
Vou acabar contando histórias de "como era no meu tempo", igual minha avó fazia, heheh...
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Quanto tempo vale um vídeo?
Sexta-feira:
Você está fazendo uma tarefa quando recebe um link, quer seja via e-mail ou programa de comunicação (MSN e parentes).
É um vídeo de poucos minutos, mas muito legal! Do lado, alguns com conteúdo parecido e você assiste a uns dois ou três.
- Nossa, que emoção, encontraram isso! Há quanto tempo não via! Preciso divulgar!
Copia o link e posta uma pequena nota no seu blog, de como o tema do vídeo foi, é ou será relevante para você (ou para a humanidade).
Aproveita e manda o link do seu blog para alguns amigos.
Percebe que o texto que você escreveu deixou o vídeo ainda mais interessante: algo desse tipo precisa ser divulgado.
Então você entra no Rec6 (ou outro do gênero) e cadastra a sua notícia.
Alguns minutos depois checa o site e vê se já recebeu algum voto. Para facilitar, copia o código da ferramenta de votação para a sua notícia.
Então lembra dos seus amigos que não tem banda larga e resolve baixar o vídeo: abre a página original, copia o link, usa alguma ferramenta pra baixar, renomeia o vídeo e joga na pasta para gravação em CD.
Ao final do dia grava em CD, enquanto verifica se o post teve comentários e/ou se já recebeu alguns votos.
Comenta com os amigos todos os passos acima e fica espantado como um simples vídeo tomou tanto tempo do seu dia. Acha esse tema interessante o suficiente para um post no seu blog.
Por motivos diversos não acessa o blog durante o fim-de-semana, mas várias vezes a idéia de escrever sobre o tema vem à mente. Parece um compromisso.
Segunda:
Finalmente, acha um tempo! Tempo suficiente, pois você não escreve no blog em miguxês, nem cortando palavras como quem está num chat.
Não, seu texto tem de ser bem produzido, bem argumentado e revisado, mesmo que seja lido por meia dúzia de pessoas (sendo que três delas já conhecem sua opinião sobre o assunto).
Poucos minutos antes de ir embora pra casa, o texto está quase pronto e você percebe que é outra produção muito boa para não ser amplamente divulgada.
Infelizmente, hoje não vai dar tempo de fazê-lo; será mais um "compromisso" para amanhã.
Termina o dia e você não entende porque continua ansioso e o dia não rendeu.
Obs: antes de clicar em "publicar" percebe algo piscando na tela. Sim, outro link de vídeo chegou.....
quinta-feira, 21 de junho de 2007
A maior url do mundo!
http://llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch.co.uk/
Esse palavrão aí é o endereço do site de uma vila inglesa e detém o recorde de maior URL do mundo (bem, ao menos era em 2002).
Se alguém souber de nome de site maior, escreva.
Esse palavrão aí é o endereço do site de uma vila inglesa e detém o recorde de maior URL do mundo (bem, ao menos era em 2002).
Se alguém souber de nome de site maior, escreva.
sexta-feira, 8 de junho de 2007
No trabalho, JUPITER. Em casa, Terra
Cansado da lentidão e dos problemas de conexão das "internets gratuitas" resolvi assinar um provedor (discado, pois meu orçamento ainda não permite banda larga).
Pesquisei entre os que permitiam Internet Ilimitada, pois talvez adquira este serviço num futuro próximo. Acabei ficando entre IG e Terra.
Os dois também oferecem um "acelerador de conexão", mas eu fiquei em dúvida se esse recurso funcionaria no meu Firefox. No chat com a atendente do Terra, ela me disse que não: somente Internet Explorer e Netscape.
Enquanto eu argumentava que quase ninguém usava o Netsccape enquanto os usuários do Firefox cresciam dia-a-dia, ela argumentava que eu não poderia deixar de assinar o serviço.
Terminei a conversa afirmando que não mudaria de browser favorito.
O chat do suporte do Ig, embora mais demorado, trouxe a informação que eu queria: o Ig Aditivado funciona no meu Firefox!
Estava quase assinando o Ig (um real mais caro que o Terra) quando vi, na página de suporte, uma linha afirmando que o Acelarador do Terra era compatível com Fx 1.5 ou superior, ou seja, a atendente estava desinformada.
Arrisquei e deu tudo certo: estou a navegar pelo Terra, muito mais rapidamente, sem os problemas constantes de conexão e com o acelerador de conexão. O único porém foi que tive de configurar manualmente o proxy do meu navegador, pois a extensão, esta sim não foi aceita.
Por pouco não perdem um cliente por causa de uma atendente má informada...
Ah, JUPITER é o nome do meu micro do trabalho.
Pesquisei entre os que permitiam Internet Ilimitada, pois talvez adquira este serviço num futuro próximo. Acabei ficando entre IG e Terra.
Os dois também oferecem um "acelerador de conexão", mas eu fiquei em dúvida se esse recurso funcionaria no meu Firefox. No chat com a atendente do Terra, ela me disse que não: somente Internet Explorer e Netscape.
Enquanto eu argumentava que quase ninguém usava o Netsccape enquanto os usuários do Firefox cresciam dia-a-dia, ela argumentava que eu não poderia deixar de assinar o serviço.
Terminei a conversa afirmando que não mudaria de browser favorito.
O chat do suporte do Ig, embora mais demorado, trouxe a informação que eu queria: o Ig Aditivado funciona no meu Firefox!
Estava quase assinando o Ig (um real mais caro que o Terra) quando vi, na página de suporte, uma linha afirmando que o Acelarador do Terra era compatível com Fx 1.5 ou superior, ou seja, a atendente estava desinformada.
Arrisquei e deu tudo certo: estou a navegar pelo Terra, muito mais rapidamente, sem os problemas constantes de conexão e com o acelerador de conexão. O único porém foi que tive de configurar manualmente o proxy do meu navegador, pois a extensão, esta sim não foi aceita.
Por pouco não perdem um cliente por causa de uma atendente má informada...
Ah, JUPITER é o nome do meu micro do trabalho.
domingo, 3 de junho de 2007
Meu eu espalhado por aí (parte 2)
Sites de relacionamento
Meu eu espalhado por aí (parte 1)
Lembro que quando recebi um convite para o orkut (sim, antes precisava de convite) ele ainda estava em inglês (sim, não tinha orkut em português). Por causa disso, alguns amigos hesitaram em usar ativamente o serviço. Eu achei o site muito interessante mas, com o passar dos meses, minha opinião foi mudando.
Assisti à tradução para o português-brasileiro e a invasão dos brasileiros. Foi então que percebi a fragilidade, instabilidade e precariedade do serviço: dava para postar nas comunidades, mas não dava pra pesquisar nos tópicos nem ser avisado quando o mesmo foi respondido; qualquer um podia ver nossas fotos e os recados deixados por nós; o site foi invadido por racistas, pedófilos, moleques semi-analfabetos e garotinhas xaropes (ambos escrevendo em "miguchês"), correntes, spams, phishing, sem falar no servidor caindo a todo instante.
Ou seja, uma porcaria.
Comecei a procurar por serviços semelhantes e acabei me cadastrando no Beltrando e no Gazzag para testá-los. Nenhum dos dois era completo, mas tinham muitos recursos interessantes, que faltavam ao orkut e, por um tempo, cheguei a trocá-lo por eles, pretendendo ficar com o melhor.
Bares, discotecas e afins existem seguindo esta regra básica: montam um ambiente legal pra atrair pessoas, pois só ficam famosos se forem muito freqüentados e só serão bastante freqüentados se tiver o ingrediente principal: pessoas. Parece um paradoxo, mas é assim que acontece: se você conseguir um número grande de pessoas e mantê-las por um tempo, outras virão só pra estarem em companhia da muitas pessoas.
Com sites de relacionamentos acontece o mesmo e para azar do Gazzag e do Beltrano, por mais recursos que tenham, não conseguiram atrair a grande massa de usuários do orkut. Eu estava lá, com muitas ferramentas legais em mãos mas pouquíssimos contatos com quem interagir.
O foi passando, o orkut sofrendo modificações (a maioria para melhor) e aumentando ainda mais o número de usuários. Gazzag, Beltrano e outros também melhoraram para sobreviver, mas acabaram se tornando bares para nichos específicos. O povão está no orkut (em vários sentidos): se você quer encontrar alguém, ter mais contatos, trocar mais informações, terá melhores chances por lá.
Tive, então, de mudar de "lar" novamente e voltar o orkut como meu site de relacionamento default, enquanto os outros ficaram para visitas ocasionais (Talvez eu os use para outros recursos, como blogs, fotoblogs ou algo do gênero, mas é provável que eles sejam excluídos). Não tenho tempo pra ficar atualizando diversos sites. O orkut ainda está longe de ficar do jeito que eu quero, mas as pessoas estão lá. Mesmo que eu criasse meu próprio "orkut" teria de convencer a todos a estar nele também, ou seja, não tenho muita escolha.
Recentemente me cadastrei no PerfSpot, um site que, dizem, chegará ao Brasil para tentar desbancar o orkut. Como sou curioso, quis ser um dos primeiros. Recursos tem, vamos ver o que dá.
Ah, um destaque à parte: o site Via6 é, como ele mesmo se define, um "Orkut para profissionais": um site de relacionamento profissional, para assuntos sérios. Indico com louvor.
PS: Meu site de filmes finalmente mostra a listagem ordenada por título, data em que foi visto e por nota.
Editado em 21.06.1007 - 05:47
Meu eu espalhado por aí (parte 1)
Lembro que quando recebi um convite para o orkut (sim, antes precisava de convite) ele ainda estava em inglês (sim, não tinha orkut em português). Por causa disso, alguns amigos hesitaram em usar ativamente o serviço. Eu achei o site muito interessante mas, com o passar dos meses, minha opinião foi mudando.
Assisti à tradução para o português-brasileiro e a invasão dos brasileiros. Foi então que percebi a fragilidade, instabilidade e precariedade do serviço: dava para postar nas comunidades, mas não dava pra pesquisar nos tópicos nem ser avisado quando o mesmo foi respondido; qualquer um podia ver nossas fotos e os recados deixados por nós; o site foi invadido por racistas, pedófilos, moleques semi-analfabetos e garotinhas xaropes (ambos escrevendo em "miguchês"), correntes, spams, phishing, sem falar no servidor caindo a todo instante.
Ou seja, uma porcaria.
Comecei a procurar por serviços semelhantes e acabei me cadastrando no Beltrando e no Gazzag para testá-los. Nenhum dos dois era completo, mas tinham muitos recursos interessantes, que faltavam ao orkut e, por um tempo, cheguei a trocá-lo por eles, pretendendo ficar com o melhor.
Bares, discotecas e afins existem seguindo esta regra básica: montam um ambiente legal pra atrair pessoas, pois só ficam famosos se forem muito freqüentados e só serão bastante freqüentados se tiver o ingrediente principal: pessoas. Parece um paradoxo, mas é assim que acontece: se você conseguir um número grande de pessoas e mantê-las por um tempo, outras virão só pra estarem em companhia da muitas pessoas.
Com sites de relacionamentos acontece o mesmo e para azar do Gazzag e do Beltrano, por mais recursos que tenham, não conseguiram atrair a grande massa de usuários do orkut. Eu estava lá, com muitas ferramentas legais em mãos mas pouquíssimos contatos com quem interagir.
O foi passando, o orkut sofrendo modificações (a maioria para melhor) e aumentando ainda mais o número de usuários. Gazzag, Beltrano e outros também melhoraram para sobreviver, mas acabaram se tornando bares para nichos específicos. O povão está no orkut (em vários sentidos): se você quer encontrar alguém, ter mais contatos, trocar mais informações, terá melhores chances por lá.
Tive, então, de mudar de "lar" novamente e voltar o orkut como meu site de relacionamento default, enquanto os outros ficaram para visitas ocasionais (Talvez eu os use para outros recursos, como blogs, fotoblogs ou algo do gênero, mas é provável que eles sejam excluídos). Não tenho tempo pra ficar atualizando diversos sites. O orkut ainda está longe de ficar do jeito que eu quero, mas as pessoas estão lá. Mesmo que eu criasse meu próprio "orkut" teria de convencer a todos a estar nele também, ou seja, não tenho muita escolha.
Recentemente me cadastrei no PerfSpot, um site que, dizem, chegará ao Brasil para tentar desbancar o orkut. Como sou curioso, quis ser um dos primeiros. Recursos tem, vamos ver o que dá.
Ah, um destaque à parte: o site Via6 é, como ele mesmo se define, um "Orkut para profissionais": um site de relacionamento profissional, para assuntos sérios. Indico com louvor.
PS: Meu site de filmes finalmente mostra a listagem ordenada por título, data em que foi visto e por nota.
Editado em 21.06.1007 - 05:47
terça-feira, 22 de maio de 2007
Pesquisa no site da Abril parece mentira de 1o de Abril
Estava dentro do site www.abrilsac.com (Site dos Assinates da Abril), já logado, quando fui usar o campo pesquisa (acompanhem na primeira imagem).
Pesquisei dentro da Abril por Info e, obviamente, o primeiro resultado era da revista Info Exame (veja a descrição da revista na imagem acima).
Qual foi meu espanto quando cliquei no link info e vi a imagem abaixo:

Uma página genérica de pesquisa, daquelas usadas por quem comprou um domínio só pra ganhar em cima do nome. Tudo bem, isso tem aos montes na web, mas ser levado a ele por um link da própria editora Abril, que resultou de uma pesquisa interna?!? Que bola-fora do pessoal de desenvolvimento do site, hein?
Pesquisei dentro da Abril por Info e, obviamente, o primeiro resultado era da revista Info Exame (veja a descrição da revista na imagem acima).
Qual foi meu espanto quando cliquei no link info e vi a imagem abaixo:

Uma página genérica de pesquisa, daquelas usadas por quem comprou um domínio só pra ganhar em cima do nome. Tudo bem, isso tem aos montes na web, mas ser levado a ele por um link da própria editora Abril, que resultou de uma pesquisa interna?!? Que bola-fora do pessoal de desenvolvimento do site, hein?
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Espécie em extinção: programa de cliente de e-mail
Dia 19 de abril, meu aniversário, ganhei um presente da Fundação Mozilla: a versão 2.0 do cliente de e-mail Thunderbird.
Se fosse em outra época ficaria muito empolgado, ansioso para ver as novidades, mas agora as coisas são diferentes: meu e-mail principal é o Gmail e o Thunderbird em casa serve apenas para backup. Ainda utilizo-o para o e-mail do trabalho, mas sinto que os clientes de e-mail estão perdendo terreno dia-a-dia.
A tendência é ter suas mensagens disponíveis sempre, em qualquer lugar (espaço de armazenamento aumenta cada vez mais). Com os recursos das tecnologias Web 2.0 , os webmails estão ficando muito práticos (e o Gmail é a melhor prova), portanto cada vez ficará mais difícil ter argumentos para usar clientes de e-mail, independente da qualidade dos mesmos.
Mas, para quem quer um programa de e-mail de qualidade, recomendo o Thunderbird, claro! :)
Se fosse em outra época ficaria muito empolgado, ansioso para ver as novidades, mas agora as coisas são diferentes: meu e-mail principal é o Gmail e o Thunderbird em casa serve apenas para backup. Ainda utilizo-o para o e-mail do trabalho, mas sinto que os clientes de e-mail estão perdendo terreno dia-a-dia.
A tendência é ter suas mensagens disponíveis sempre, em qualquer lugar (espaço de armazenamento aumenta cada vez mais). Com os recursos das tecnologias Web 2.0 , os webmails estão ficando muito práticos (e o Gmail é a melhor prova), portanto cada vez ficará mais difícil ter argumentos para usar clientes de e-mail, independente da qualidade dos mesmos.
Mas, para quem quer um programa de e-mail de qualidade, recomendo o Thunderbird, claro! :)
terça-feira, 1 de maio de 2007
Sou mais Firefox (motivo 1: lidando com senhas)
O objetivo destes posts é explicar os motivos pelos quais eu uso Firefox ao invés do Internet Explorer. Eles se baseiam exclusivamente em minhas experiências pessoais, que podem estar incompletas. Por isso, se eu passar alguma informação errada, por favor, corrijam-me. Do mesmo modo, não vou comparar com outros navegadores, tipo o Opera, pois não o utilizei o mínimo suficiente para comparações.
Sem mais delongas, vamos lá:
Motivo 1: lidando com senhas
Como uso internet constantemente, seja em casa ou no trabalho, visito dezenas de sites diferentes e a maioria necessita de um registro para acesso a todo o seu conteúdo.
Isso exige digitar usuário e senha para cada site (muitas vezes diferentes), a cada vez que abro o navegador, pois mesmo que não faça logoffs, eles aconteces naturalmente ao fecharmos o browser.
Para facilitar nossas vidas, Internet Explorer e Mozilla Firefox possuem um sistema de memorização de senhas, mas a grande sacada da "Raposa de Fogo" é ter um gerenciador de senhas.
Lá podemos ver e editar os sites e seus respectivos usuários e senhas salvos, os sites que nunca pedirão para armazenar senhas e, principalmente, definir uma senha mestre. Assim, nossas senhas não ficarão salvas para todos que usarem o navegador, mas apenas para nós, que temos a senha mestre. Isso faz uma diferença enorme em relação à segurança e privacidade.
Estando nossas senhas faltas, fica muito mais prático acessar os sites, bastando muitas vezes apenas colocar o usuário.
Se existe algo semelhante no IE, está bem escondido, pois não vi. Salvar minhas senhas pra qualquer um?!? Nunca!
Bem, e se mais alguém quiser salvar suas senhas. Aí podemos usar os perfis (outro recurso que não existe no IE. Mas esse é tema pra outro post.
sábado, 7 de abril de 2007
Pesquisas nos fóruns do Orkut! YES!!
Grande foi minha alegria ao ver a notícia no UnderGoogle. Desde que comecei a usar o orkut e seus fóruns senti o problema de encontrar o que eu queria. Quando mais ativo o fórum, mais informação ele tinha, mais útil ele era e mais difícil encontrar o que desejássemos.
Não entendia como um site "filho" do melhor site de buscas não tinha uma busca interna decente. Demorou, mas apareceu.
Agora poderemos achar uma informação mesmo estando ela escondida num tópico de título "Ajudem aí, please!!!!".
Eu sei, ainda não está muito esperto ("video" e "vídeo" são duas coisas diferentes pra ele), mas o sistema de busca é, acredito eu, uma das ferramentas mais esperadas pra quem ainda quer usar o orkut pra algo sério.
Ah, claro, não é por isso que você possa usar títulos genéricos de tópicos, como "HELP", "AJUDEM", "SOCORRO", "Parou tudo aqui, e agora?" ou algo parecido. Por favor, se você tem, exclua esse comportamento, pelo bem da humanidade. :)
Não entendia como um site "filho" do melhor site de buscas não tinha uma busca interna decente. Demorou, mas apareceu.
Agora poderemos achar uma informação mesmo estando ela escondida num tópico de título "Ajudem aí, please!!!!".
Eu sei, ainda não está muito esperto ("video" e "vídeo" são duas coisas diferentes pra ele), mas o sistema de busca é, acredito eu, uma das ferramentas mais esperadas pra quem ainda quer usar o orkut pra algo sério.
Ah, claro, não é por isso que você possa usar títulos genéricos de tópicos, como "HELP", "AJUDEM", "SOCORRO", "Parou tudo aqui, e agora?" ou algo parecido. Por favor, se você tem, exclua esse comportamento, pelo bem da humanidade. :)
quarta-feira, 4 de abril de 2007
Meu eu espalhado por aí (parte 1)
Desde os primeiros contatos com a internet (há 10 anos), sempre gostei de testar os recursos e tecnologias existentes. Por isso, me cadastrei em inúmeros serviços, baixei muitos programas, mesmo que não precisasse realmente daquilo, mas apenas para experimentá-lo.
Isso me trouxe um conhecimento imensurável, por outro lado também alguns inconvenientes.
Pra começar, uma lista enorme de sites, usuários e senhas (afinal, minha memória não anda lá essas coisas). Como não crio "massa de dados" para testes, normalmente coloco informação relevante para mim. E isso leva a outro porém: aonde estão as informações quando preciso delas?
Vou colocar como exemplo minha lista de filmes assistidos:
Inicialmente ela se encontrava em um arquivo texto, que eu tinha de transportar de um lugar para outro via disquete e só estava acessível a mim.
Depois comecei a brincar com criação de sites e ele virou uma página na internet. Só que era muito complicado atualizá-la cada vez que eu via um filme. E eu não podia ordenar os filmes por nome, categoria ou ranking, por exemplo.
Descobri então o Blogger. Me cadastrei, usei-o por um tempo (muito mais fácil anotar um novo filme), mas aqui é chato por smileys (as notas dos filmes). Já foi pior, agora nem tanto. E o problema dos filtros e ordenações persistia (embora agora o blog esteja mais flexível).
Então comecei a aprender PHP. Encontrei um servidor gratuito (mais um cadastro) e vi a possibilidade de personalizar minha lista de filmes (será que alguém mais a vê além de mim?).
Deu um certo trabalho/aprendizado de programação e o basicão ficou funcional. Pode ficar mais prático, mas está funcional. Ainda não fiz os desejados filtros e ordenações (será que um dia farei? Não sei, mas é possível faze-lo).
Ah, quanto a colocar smiley no post, descobri recentemente que o Wordpress permite isso de um modo bem fácil. O Spaces, da Microsoft também (tenho cadastro nos dois), mas ele é muito pesado (a MS não se toca!).
Estava a cadastrar meus filmes quando percebi que seria legal trocar comentários com outras pessoas, saber o que os acham sobre os filmes ao invés de apenas dar minhas notas pessoais. Descobri que no Beltrano (tenho cadastro lá também) existem "Canais" específicos sobre isso (sem falar nos sites dedicados a Cinema que você encontra na net). O que fazer então? Migrar novamente os dados para um destes serviços? Programar em PHP para que meus filmes recebam comentários e implementar outros recursos legais (o que demanda tempo, muito tempo), consciente de que quase ninguém vai passar por lá? Ou, quem sabe, passar tudo para o Google Notas (facílimo de usar) ou para o Google Textos e Planilhas, abrindo mão (novamente) de alguns recursos que acho interessantes?
O fato é que, por enquanto, minha lista de filmes continua aqui, sem os recursos dos serviços gratuitos, sem a maioria das funcionalidades que (posso e) gostaria de implementar e sem interagir com ninguém (se é que alguém visita a página, além de mim).
PS: Hoje descobri que agora posso usar "tab" dentro da caixa de edição do post sem ir para o próximo campo da tela. Isso me permite colocar espaço no início dos parágrafos sem ficar usando a tecla "espaço". Minha professora de primário ficaria feliz, se estivesse viva, pois os "dois dedos" de espaço antes de escrever estão de volta.
Isso me trouxe um conhecimento imensurável, por outro lado também alguns inconvenientes.
Pra começar, uma lista enorme de sites, usuários e senhas (afinal, minha memória não anda lá essas coisas). Como não crio "massa de dados" para testes, normalmente coloco informação relevante para mim. E isso leva a outro porém: aonde estão as informações quando preciso delas?
Vou colocar como exemplo minha lista de filmes assistidos:
Inicialmente ela se encontrava em um arquivo texto, que eu tinha de transportar de um lugar para outro via disquete e só estava acessível a mim.
Depois comecei a brincar com criação de sites e ele virou uma página na internet. Só que era muito complicado atualizá-la cada vez que eu via um filme. E eu não podia ordenar os filmes por nome, categoria ou ranking, por exemplo.
Descobri então o Blogger. Me cadastrei, usei-o por um tempo (muito mais fácil anotar um novo filme), mas aqui é chato por smileys (as notas dos filmes). Já foi pior, agora nem tanto. E o problema dos filtros e ordenações persistia (embora agora o blog esteja mais flexível).
Então comecei a aprender PHP. Encontrei um servidor gratuito (mais um cadastro) e vi a possibilidade de personalizar minha lista de filmes (será que alguém mais a vê além de mim?).
Deu um certo trabalho/aprendizado de programação e o basicão ficou funcional. Pode ficar mais prático, mas está funcional. Ainda não fiz os desejados filtros e ordenações (será que um dia farei? Não sei, mas é possível faze-lo).
Ah, quanto a colocar smiley no post, descobri recentemente que o Wordpress permite isso de um modo bem fácil. O Spaces, da Microsoft também (tenho cadastro nos dois), mas ele é muito pesado (a MS não se toca!).
Estava a cadastrar meus filmes quando percebi que seria legal trocar comentários com outras pessoas, saber o que os acham sobre os filmes ao invés de apenas dar minhas notas pessoais. Descobri que no Beltrano (tenho cadastro lá também) existem "Canais" específicos sobre isso (sem falar nos sites dedicados a Cinema que você encontra na net). O que fazer então? Migrar novamente os dados para um destes serviços? Programar em PHP para que meus filmes recebam comentários e implementar outros recursos legais (o que demanda tempo, muito tempo), consciente de que quase ninguém vai passar por lá? Ou, quem sabe, passar tudo para o Google Notas (facílimo de usar) ou para o Google Textos e Planilhas, abrindo mão (novamente) de alguns recursos que acho interessantes?
O fato é que, por enquanto, minha lista de filmes continua aqui, sem os recursos dos serviços gratuitos, sem a maioria das funcionalidades que (posso e) gostaria de implementar e sem interagir com ninguém (se é que alguém visita a página, além de mim).
PS: Hoje descobri que agora posso usar "tab" dentro da caixa de edição do post sem ir para o próximo campo da tela. Isso me permite colocar espaço no início dos parágrafos sem ficar usando a tecla "espaço". Minha professora de primário ficaria feliz, se estivesse viva, pois os "dois dedos" de espaço antes de escrever estão de volta.
Uma coisa é achar a resposta. Outra é achar a resposta certa.
Um comentário recente neste blog, que me informava sobre uma falha minha ao citar um conteúdo errado de um site, trouxe à tona um tema que queria expor há algum tempo.
Trata-se da confiabilidade das informações na internet.
É comum ouvir-se dizer:"Ah, acabei de ver na internet" ou "Deu na internet: fulano morreu!" e muitas outras notícias que viram verdade apenas porque apareceram via Web.
Base da propagação de todos os hoax (como são chamados os boatos da internet), essa fé de que o que lemos é verdade, tem levado a muitos enganos, muito maiores e desastrosos do que o meu, citado acima.
É verdade que a internet aumentou em muito a velocidade em que as informações chegam até nós, porém isso também diminuiu o tempo em que a informação é "digerida", analisada para depois ser repassada às massas.
Publica-se primeiro, depois verifica-se se é verdade (alguns nem isso).
Alia-se ao fato que qualquer um pode escrever qualquer coisa (este blog é prova disso, hehe) e não é porque o dono de um site é amante de peixes que a informação que ele escreveu sobre a piracema é correta).
Nesse momento, recorremos aos portais, aos "grandões" da internet, mas mesmo lá não há como garantir que todos os subsites, todas as colunas têm a mesma credibilidade (blogueiros famosos já foram enganados por "patos" (histórias falsas) divulgados na net (o pessoal do Cocadaboa de vez em quando apronta uma dessas).
Até mesmo a Wikipedia tem recebido críticas dos educadores (não por causa dela, mas porque os alunos dão crédito demais às informações que acham lá).
O que fazer então para não se enganar ou, ao menos, diminuir a chance de ficar com a informação errada?
Bem, posso dar algumas dicas:
- verifique a origem do site: uma coisa é você ler algo em www.estadao.com.br. Outra é ler em www.eusouumreporterlegal.com. Embora o segundo (fictício até o momento) possa conter também informação correta, o primeiro tem toda uma estrutura conhecida, antiga e fora da web. Sites de instituições, jornais, enciclopédias, têm mais chance de conter a informação correta;
- compare informações: mesmo que o primeiro link dos resultados da pesquisa já traga tudo o que procura, dê uma olhada em outros e compare os resultados. Vale aí o quesito acima tb. Se um "site" tradicional confirmar o que outro disse, mais pontos para o seu primeiro achado;
- compare com as informações off-line. Embora muitos não tenham mais o hábito, a leitura de periódicos (jornais, revistas) de qualidade serve como base pra checarmos alguma informação;
- tenha muito cuidado principalmente quando o assunto envolve a sua saúde. Não queria diagnosticar doenças, prescrever tratamentos ou remédios, em si ou nos outros, baseando-se apenas no que leu na internet (mesmo em sites mais confiáveis). Embora a rede nos permita saber muito mais sobre saúde (ou a falta dela), ainda não substitui um médico de verdade.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Usando só o Gmail (com segurança)
Semana passada perguntaram-me qual era meu e-mail oficial: o iTelefonica ou Gmail.
Essa é uma pergunta que eu estava me fazendo há algum tempo, pois, na prática, usava muito mais o Gmail, mesmo em casa (aonde ainda uso a "discadinha") e poucas vezes acessava e-mails off-line (uma das poucas vantagens do cliente de e-mail atualmente).
Minha única preocupação era em relação à segurança, pois não queria perder e-mails importantes se minha conta no Gmail for desativada ou algo parecido (pouco provável, mas não impossível).
Uma alternativa seria ativar o acesso POP e, de tempos em tempos, baixar todas as mensagens em um cliente de e-mail (Thunderbird, Outlook Express, entre outros). Mas não é muito útil no meu caso, pois são poucas as mensagens que realmente merecem um backup e baixar megas e megas é algo demorado.
Pensando nisso, resolvi programar um "sistema de backup" usando os próprios recursos do Gmail.
Através dos filtros e encaminhamentos, direciono automaticamente todas as mensagens recebidas para minha conta no Yahoo mail, que se tornou um "repositório" virtual. Poderia ser outra conta de e-mail com bastante espaço, como a do BOL, por exemplo.
Os e-mails mais importantes (no meu caso, de uma lista seleta) são encaminhados para o iTelefonica e periodicamente baixados em casa, aonde faço backup semanal.
Quanto aos e-mails enviados, infelizmente os filtros do Gmail não agem sobre eles, então sou obrigado a mandar uma cópia oculta para outro e-mail meu (da iTelefonica ou Yahoo, dependendo da necessidade), mas só uso o recurso quando o e-mail é muito, mas muito importante mesmo.
Dá ainda pra usar os filtros do webmail que servirá de "repositório", mandando os e-mails que você não quer guardar direto pra lixeira.
Talvez me achem meio neurótico, mas quem já perdeu informações importantes sabe bem do que eu estou falando, afinal, " o seguro morreu de velho".
Depois destes procedimentos, me senti mais à vontade em abandonar o e-mail POP e ficar só com o Webmail 2.0 do Gmail, com todas as suas vantagens e funcionalidades.
Desculpe-me por não passar tudo "mastigadinho", mas acredito que uma pesquisa básica nos recursos do Gmail e um pouco de criatividade será o suficiente para chegarem a uma solução que atenda melhor a cada um.
Abraço.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Algum PowerPoint mudou sua vida?
Uma das primeiras coisas que fazemos ao iniciarmos no mundo da internet é criar um e-mail (e atualmente "ter" um MSN e um orkut). Pegamos alguns endereços e começamos a trocar mensagens.
Rapidamente surge em nossa caixa de entrada um e-mail com anexo ".ppt". Nossa, que mensagem linda, profunda, com belas imagens e uma música de fundo que não tem como não nos emocionar. Algo muito bom assim não pode ficar somente conosco (até porque a mensagem pede, ao seu final, que enviemos para todas as pessoas especiais em nossa vida), então encaminhamos a todos da nossa pequena lista.
Num piscar de olhos nossa lista de contatos aumenta e exponencialmente, nossos e-mails recebidos. Entre spams, piadinhas e outras futilidades, ainda estão lá, aquelas maravilhosas mensagens de ânimo, conforto e alegria (e atualmente, vindo para a caixa de mensagens do orkut também).
Eu devo receber umas cinco destas por dia, mas sei de casos em que passam de uma dezena.
E então eu me pergunto: qual a vantagem disso?
Lembro dos meus tempos de Comunidade de Jovens em que o palestrante contava uma estória, inserida no contexto da mensagem que ele passava. Ela servia pra fixar o que havia sido dito, levar a uma reflexão e fazer-nos pensar. Voltando mais ainda no passado, minha mãe escutava várias estórias do meu avô, "mensagens" que serviram muito na formação do seu caráter.
Mas essas mensagens "powerpoint" (na verdade, arquivos de apresentação, que poderiam ser feitos por vários programas, mas como a maioria só conhece o da Microsoft...), por mais reveladoras, profundas e belas que sejam, levam a uma refexão de, digamos, uns trinta segundos, no máximo.
Afinal, você tem de ler e repassar dezenas delas, junto com piadas de papagaio, vídeos legais, ao mesmo tempo em que baixa músicas e conversa com 10 pessoas no MSN.
No final do dia, me pergunto, você lembra de alguma mensagem profunda? Que transformações ela causou em você? Algum "powerpoint" mudou sua vida? Duvido!
Se pegássemos uma boa mensagem e trabalhássemos nela durante uma semana (ignorando totalmente as outras), talvez algo diferente acontecesse, mas vivemos em um mundo em que mais importante que pensar é distribuir (muito rapidamente), melhor que qualidade é quantidade.
Atualmente funciono como um filtro, escolhendo algumas aleatoriamente e repassando só as que considero muito boas e mesmo assim, para um número reduzidíssimo de pessoas.
Espero que as pessoas que me enviam comecem a fazer o mesmo. Espero também que não fiquem magoadas com isso; a nossa amizade independe dessas mensagens.
Só acredito que podemos utilizar melhor o nosso tempo pra ajudar as pessoas.
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Mais uma do Firefox (Text Link)
Muitas vezes nos deparamos com um link que está apenas escrito no texto, como tlcavare.com e não como um link real, como tlcavare.com. O que temos a fazer então, é selecionar o texto, copiar, colar na barra de endereço do browser e mandar abrir.
Cansado de tanto esforço e acreditando nas capacidades das extensões do Firefox (e de que esta é uma dificuldade comum e alguém já fez algo pra nos ajudar), fui atrás de uma extensão que fizesse isso por mim.
Com um pouquinho de trabalho (tive de usar as palavras certas, em inglês, para pesquisa) encontrei a Text Link. Com ela é só selecionar a palavara-link e dar um duplo-clique ou usar o menu de contexto. Que alegria a minha, hehe!
Curiosamente, na descrição da extensão descobri que o Firefox "puro" já continha um "truque" mais fácil do que o meu trabalhoso método: selecionar a palavra-link e arrastá-la para uma nova aba.
Pra não falarem que sou preconceituoso, tentei fazer o mesmo com o IE7 "puro" e (adivinhem?) nada aconteceu. Nem me dei ao trabalho de procurar extensões pra ele: se existir, deve ser paga.
Por essas e outras, continuo Feliz. Continuo Firefox. :)
Cansado de tanto esforço e acreditando nas capacidades das extensões do Firefox (e de que esta é uma dificuldade comum e alguém já fez algo pra nos ajudar), fui atrás de uma extensão que fizesse isso por mim.
Com um pouquinho de trabalho (tive de usar as palavras certas, em inglês, para pesquisa) encontrei a Text Link. Com ela é só selecionar a palavara-link e dar um duplo-clique ou usar o menu de contexto. Que alegria a minha, hehe!
Curiosamente, na descrição da extensão descobri que o Firefox "puro" já continha um "truque" mais fácil do que o meu trabalhoso método: selecionar a palavra-link e arrastá-la para uma nova aba.
Pra não falarem que sou preconceituoso, tentei fazer o mesmo com o IE7 "puro" e (adivinhem?) nada aconteceu. Nem me dei ao trabalho de procurar extensões pra ele: se existir, deve ser paga.
Por essas e outras, continuo Feliz. Continuo Firefox. :)
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