Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de setembro de 2023

Desmatamento alto no governo Lula

 Exemplo de como distorcer a realidade falando verdades. Zambeli mostra um gráfico em que há desmatamento alto no governo Lula, o que é verdade. Mas...


sexta-feira, 29 de junho de 2012

A senhora e a onda verde



Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Afiávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?.



Fonte: Facebook

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Enquanto isso no lixo lá de casa....

Enquanto o debate ferrenho, sobre o a liberação ou não do uso de sacolas plásticas em supermercados, ocupa os noticiários, grande parte do material que separo para reciclagem vai para o lixo comum.
  1. Muitas vezes o pessoal da coleta seletiva não passa;
  2. Quando passam, fazem uma coleta seletiva no material reciclável, levando só o que é mais rentável. Afinal, antes de salvar o planeta eles precisam sobreviver e não há incentivo para a reciclagem de material de menor valor.
É Avaré, assim fica difícil.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Coisas da minha avó

Quando eu era pequeno, gostava de acompanhar minha avó à feiras e supermercados. Ela sempre levava seu carrinho de feira e/ou umas sacolas de pano grosso que, aliás, ela mesmo fazia. Hoje há um movimento enorme contra as sacolas plásticas que são descartadas aos milhões, todos os dias. A moda agora são as "eco bags", que você leva e traz.

Lembro de ajudar minha avó a cuidar da hortinha do seu quintal e ir com ela na casa da minha tia pegar ovos caipiras. Hoje chamam isso de alimentos orgânicos.

Também lembro dela guardando potinhos de margarina vazios e limpos, para utilizá-los do mesmo modo que utilizamos, hoje, os potinhos "tuperware". Reutilizar. Tá certo que ela era radical, mas não deixa de ser um dos 3 Rs que são os pilares do movimento ecológico.

Hoje a sociedade moderna corre atrás de uma vida mais saudável e menos agressiva ao ambiente e descobre que, em muitos pontos, nossos avós já tomavam as atitudes corretas.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Recusou uma sacola plástica? Registre aqui.

Você é daqueles que não consegue imaginar a vida sem sacolinhas plásticas? Ou costuma recusá-las em suas compras? Se respondeu SIM para a segunda questão, então, não pode deixar de participar da campanha do Planeta Sustentável: a cada sacola descartável recusada, um clique no contador abaixo:





Fonte: Planeta Sustentável

terça-feira, 26 de maio de 2009

Cocô no banho? Eca!

@tammynhoca "Faça cocô no banho e poupe uma árvore por ano!" http://coconobanho.blogspot.com #bizarro

Ideia: ser ecologicamente correto e poupar uma árvore por ano, economizando papel higiênico.
Na prática:
  • Não consigo deixar o n° 2 só pra quando for tomar banho, nem vou tomar banho cada vez que quiser fazer o n° 2. Posso tomar depois, dependendo das consequências.
  • O tempo que eu vou levar pra fazer meu cocô e enviá-lo ralo abaixo, com o chuveiro ligado, vai causar mais prejuízos ao meio-ambiente do que aquela árvore que eu, teoricamente, salvei; com o xixi a história é outra, bem diferente e mais simples;
  • É nojento... e bizarro!
Tô fora!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Meia amazônia, não! Eu colaboro.


Agência Brasil - A organização não-governamental Greenpeace lançou uma campanha pela internet em protesto ao Projeto de Lei nº 6424/2005, do senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA). Para o Greenpeace, o projeto estimula a degradação ambiental e autoriza a derrubada de até 50% da vegetação nativa em propriedades privadas da Amazônia.

A organização pretende colher assinaturas para contestar o projeto e, para isso, lançou o portal Meia Amazônia, não.O diretor de políticas públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão, diz que o projeto beneficia os grandes ruralistas, comerciantes e industriais. “A intenção da bancada ruralista é liberar metade da Amazônia para ser inteiramente destruída e ser plantada com biocombustível, isto é, vender palmas e outras espécies que vão ser combustíveis para os carros do mundo inteiro rodar.”

Para o Greenpeace, o Brasil já desmatou na Amazônia área suficiente para a produção agrícola e de biocombustivel. O senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), autor do projeto, diz que há equívocos na interpretação do projeto que não prevê o corte de 50% da floresta, mas a recuperação de áreas já alteradas, com a plantação de espécies nativas ou exóticas e que isso não mexe na área de reserva ambiental.
----------------------
http://jotaparente.blogspot.com/2008/06/greenpeace-contra-flexa.html

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Eu colaboro com o meio-ambiente: banho da Amanda

Dando continuidade à série "Eu colaboro com o mei0-ambiente", vou falar sobre outra atitude simples, mas que trata de um assunto importante: economia de água.

Todo dia nossa filha Amanda toma ao menos um banho de banheira. Nos primeiros dias a água ia direto para o vaso sanitário, mas depois percebemos que seria muito melhor passá-la para um balde. Lá ela fica armazenada para ser usada em substituição à descarga (funciona muito bem com o número 1, mas não com o número 2) ou então para limpar o quintal, onde as cadelas fazem xixi.

O processo é simples, é só desconectar a mangueira e deixar a água escorrer para o balde, que depois fica em um canto no banheiro.

Você pode usar um balde bonito, pra combinar com o ambiente. Tarefa simples e a natureza agradece.

Não use a privada como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga à toa, pois ela gasta muita água. Uma bacia sanitária com a válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros. Bacias sanitárias de 6 litros por acionamento (fabricadas a partir de 2001) necessitam um tempo de acionamento 50% menor para efetuas a limpeza, neste caso pode-se chegar a volumes de 6 litros por descarga. Quando a válvula está defeituosa, pode chegar a gastar até 30 litros. Mantenha a válvula da descarga sempre regulada e conserte os vazamentos assim que eles forem notados.
Lugar de lixo é no lixo. Jogando no vaso sanitário você pode entupir o encanamento. E o pior é que o lixo pode voltar pra sua casa.

Fonte: Sabesp

terça-feira, 13 de maio de 2008

Eu colaboro com o meio-ambiente: óleo de cozinha

Inicio aqui a série Eu colaboro com o meio-ambiente, onde vou colocar algumas medidas práticas que eu adoto para colaborar com a preservação de recursos e, por tabela, com o futuro do planeta.

Existem inúmeras dicas para tomarmos atitudes mais responsáveis quanto à sustentabilidade e eu poderia copiar e colar muitas aqui, entretanto achei muito mais interessante dar um depoimento pessoal de ações que eu realmente pratico!

O objetivo é mostrar que, mesmo que você não seja o Senhor-Natureza, um eco-chato, é muito melhor fazer pouco do que não fazer nada.

E, devagarinho, novos comportamentos vão sendo assimilados.

Pra começar, o tema de hoje é óleo de cozinha.

Todos nós sabemos o mal que o óleo de cozinha, jogado na pia ou no cantinho da cozinha, faz:

O óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente e quando jogado na pia (rede de esgoto) causa entupimentos, havendo a necessidade do uso de produtos químicos tóxicos para a solução do problema.
Muitos bares, restaurantes, hotéis e residências ainda têm jogado o óleo utilizado na cozinha na rede de esgoto, desconhecendo os prejuízos que isso causa.

Jogar o óleo na pia, em terrenos baldios ou no lixo acarreta três fins desastrosos a esse óleo:

  • permanece retido no encanamento, causando entupimento das tubulações se não for separado por uma estação de tratamento e saneamento básico;
  • se não houver um sistema de tratamento de esgoto, acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas, causando danos à fauna aquática;
  • fica no solo, impermeabilizando-o e contribuindo com enchentes, ou entra em decomposição, soltando gás metano durante esse processo, causando mau cheiro, além de agravar o efeito estufa.

Não jogar óleo em fontes de água, na rede de esgoto ou no solo é uma questão de cidadania e por isso deve ser incentivada
Texto retirado do HowStuffWorks.

Entretanto, o primeiro pensamento é: mas vou fazer o que com ele?

Há algum tempo minha esposa vem guardando o óleo usado. Disse que iria fazer sabão, mas eu sabia que isso ia ser uma tarefa complicada.

Felizmente a Secretaria do Meio Ambiente da minha cidade (Avaré) iniciou um programa de coleta e reciclagem de óleo usado e hoje enviei a primeira remessa (três litros).

Guardar o óleo é fácil. Nós colocamos em um potinho de margarina e depois passamos para uma garrafa pet. Mais complicado é levar, mas nada que uma mochila nas costas não resolva (o peso é pequeno). No meu caso, o posto de coleta fica no centro da cidade, o que ajuda também. Se você tiver carro, mais fácil ainda.

Mesmo que em sua cidade não tenha coleta de óleo e você não esteja a fim de fazer sabão, talvez conheça alguém que faça. Guarde o óleo e dê pra ele.

domingo, 30 de março de 2008

O pessoal da coleta seletiva faz coleta seletiva.

Desde que começou o projeto de coleta seletiva de lixo em minha cidade, eu tenho separado o comum do material reciclável. Não com o esmero que deveria, admito, mas é muito mais do que a grande maioria faz.

No início, estava definido que o pessoal da Cooperativa, recém formada, passaria às sextas no meu bairro, mas depois notei que, não importa o dia da semana, alguém sempre passava e pegava os recicláveis.

Entretanto notei que, muitas vezes, vários objetos ficavam. O pessoal da coleta seletiva fazia outra seleção do material reciclado, levando apenas os itens de maior valor. Meus amigos disseram que nos bairros deles acontece a mesma coisa, fato comprovado até pela Secretaria do Meio Ambiente, que designou uma equipe para pegar o que eles não pegam (infelizmente, ainda não passa no meu bairro).

Talvez os próprios receptores não se interessem pelo material de menor valor, nem tenham equipamentos para trabalhar com eles (com as caixinhas tetrapak, por exemplo), algo que deve ser levado em conta.

Podemos deduzir que o que move essas pessoas é, na verdade, a necessidade de sobrevivência, o lucro obtido, sendo que a preocupação com a natureza não conta muito. Mesmo assim, continuarei fazendo a minha parte, mesmo que, por enquanto a reciclagem não seja tão eficiente quanto deveria.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Números absurdos transformados em arte

Alguns números do consumismo nos EUA:
  • 106 mil: é o número de latinhas de alumínio, jogadas nos lixos a cada 30 segundos.
  • 60 mil sacolas plásticas são descartadas a cada 5 segundos.
  • 426 mil celulares saem de cirulação todos os dias.
  • 5 minutos: é o tempo que se leva para 2 milhões de garrafas pláscias serem jogadas fora.

São quantidades absurdas, causadas por atos individuais, todos os dias. Proporcionalmente as quantidades são menores, mas os números brasileiros assustariam também, com certeza.

Pensem nisso antes de mandar qualquer coisa pro lixo.


Imagens do artista fotográfico Chris Jordan.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Em 2014 São Paulo vai parar

Imagem do site planetaeducacao.com.br

Assisti recentemente uma reportagem na Record sobre trânsito.

Nela, alguns urbanistas afirmavam que, no ritmo em que o número de veículos cresce, em 2014 ocorrerá um engarrafamento monstro de 500 km e o trânsito vai parar, literalmente.

Medidas drásticas precisam ser tomadas para melhorar o trânsito como um todo. Investimento massivo em transporte público é uma delas. O metrô, atualmente, cresce apenas 1km por ano e já estamos com um défcit de 150km.

O conceito de transporte terá de mudar muito nos próximos anos para que possamos sobreviver a este previsível caos.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Superinteressante Verde! Edição histórica.


A revista Superinteressante inovou e, pela primeira vez em 20 anos, publica uma capa sem a tradicional cor vermelha. Edição inédita, também, por vir praticamente toda com um mesmo tema: meio ambiente e preservação.

Li algumas reportagens e conteúdo parece estar muito bom. Quem quiser, dê uma olhada no sumário.

Aproveitei e peguei do site uma receita, para você reaproveitar o óleo de cozinha:

Receita de sabão

- 5 litros de óleo de cozinha usado
- 2 litros de água fervendo
- 200 mililitros de amaciante
- 1 quilo de soda cáustica em escama

Use luvas protetoras e tome muito cuidado ao manipular os ingredientes. Coloque a soda em escamas no fundo de um balde. Em seguida, adicione a água fervendo e mexer até diluir a soda. Acrescentar o óleo e mexer. Misturar bem o amaciante. Jogar a mistura numa forma e cortar as barras de sabão somente no dia seguinte.

ATENÇÃO: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. Não deixe de usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.

Fonte: Superinteressante

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Pinguins cantam Roberto Carlos


Eu, que adoro pinguins e paródias e defendo o meio ambiente, não podia deixar de indicar esta charge, que fala do problema do aquecimento global: Hot Pinguins

Obs.: o correto é pingüim com trema, mas quase ninguém usa mais. E é uma regra que está para cair.

domingo, 21 de outubro de 2007

Quase no sítio ao lado do centro

O tema do Profissão Repórter Especial de quinta-feira (18/10), foi a vida de pessoas que passam muitas horas longe de casa para poder sustentar a família. Citou o caso de um trabalhador que sai de casa às três da manhã e só retorna dezoito horas depois.

Sempre enfatizei este ponto quando comparei meu emprego a empregos em São Paulo, por exemplo. São inúmeras as pessoas que gastam muito tempo só para ir e voltar do trabalho, sem contar o stress com o trânsito e a poluição.

Olhado por este aspecto, sou uma pessoa de sorte.

Se quiser, posso acordar uma hora antes de entrar no trabalho. O faço ao som de vários passarinhos em volta da minha casa. Com freqüência, ao sair para comprar pão, vejo um casal de maritacas no poste de casa.

Antes de chegar ao mercadinho ainda cruzo com os bem-te-vis, que fazem ninho num transformador de energia e, com muita sorte, vejo tucanos cruzando o céu. Quando em grupo, lembram-me aviões da esquadrilha da fumaça, com aqueles bicos enormes!

Tomo café e saio de casa quinze minutos antes do horário de entrada. Nunca peguei congestionamento (só de vaca, uma vez ou outra). E vou de bicicleta, respirando ar puro, fazendo exercício e deixando de poluir o ambiente. Detalhe: trabalho no centro da cidade.

Apesar do salário ridículo que recebo em meu emprego atual e de ter de pagar aluguel da casa aonde moro, creio que minha condição de vida atual faz inveja a muita gente.

Entretanto, tenho ciência que esse conjunto de fatores vai mudar, todo ou em partes: quero ter uma casa própria e muito provavelmente sairei do bairro. Também mudarei de emprego (em breve, espero) e levarei mais tempo de casa ao serviço.

Felizmente não precisarei ir para uma cidade grande.

A longo prazo fico imaginando que, quando investirem na ampliação deste bairro e construirem na maioria dos terrenos ocupados atualmente por mata nativa, as maritacas e outros pássaros terão de procurar outro lugar pra viver (isso se não morrerem). É a civilização (?). Prefiro não pensar muito nisso....

Fato é que não se pode pensar apenas em ganho material. Qualidade de vida é importante e, neste quesito, cidades do interior como Avaré ainda são boas opções, se comparadas com os grandes centros urbanos.

domingo, 26 de agosto de 2007

10 mandamentos do lixo eletrônico

Como tudo que utilizamos, os nossos "brinquedinhos" eletrônicos também viram lixo quando são descartados e acabam poluindo o ambiente.

Achei um ótimo texto sobro o assunto no blog Webtec e retirei de lá esses 10 amandamentos:

  1. Pesquise
    É importante descobrir se o fabricante tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade. Esta lista do Greenpeace (em inglês) classifica as companhias, de acordo com iniciativas ligadas ao ambiente.
  2. Prolongue
    Você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.
  3. Doe
    Caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo.
  4. Recicle
    Os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.
  5. Substitua
    Procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela?
  6. Informe-se
    O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as conseqüências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto - somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.
  7. Opte pelo original
    As empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais.
  8. Pague
    Os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros — isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.
  9. Economize energia
    Na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível.
  10. Mobilize
    É importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.
Atualizado em 26.08.2007 - 20:38

terça-feira, 1 de maio de 2007

Sobre a Carta de 2070

Chegou até mim outro dia um arquivo powerpoint sobre um texto chamado "Carta de 2070", retirado, segundo o arquivo, da revista "De Los Tempios" de abril de 2002.
O texto faz uma descrição apocalíptica sobre como será viver no final do século com extrema escassez de água potável e com a atmosfera poluída.
Posso dizer que o texto me comoveu, não por ele ser uma premonição de como será o futuro em 2070, mas porque estamos sentindo na pele os efeitos do bagunça que fizemos no ambiente planetário. Talvez não cheguemos à situação descrita (ao menos em 2070), mas sabemos que o clima será muito mais agressivo que agora.
Sempre pensei no mundo que deixaria para os meus filhos, mas agora que isto (a paternidade) está se tornando algo concreto, minhas preocupações aumentam ainda mais.
Sou pequeno, sou apenas um, mas posso fazer alguma coisa. Nós precisamos!

Para quem quiser, pode ler o texto da Carta aqui.