quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Nós somos nossos "próprios donos"

Recebi essa estória por e-mail e achei muito interessante. Muitas vezes aceitamos as coisas como são nos deixamos absorver pelo status quo ao invés de tentarmos mudar o que achamos que deve ser mudado.

Um homem foi comprar jornal com seu amigo.

O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.

Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo sorriu carinhosamente e com toda atenção, desejou ao jornaleiro um bom final de semana.

Quando os dois desciam pela rua, o homem perguntou ao seu amigo:

- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.

- E você é sempre tão amável com ele?
- Sim, sempre sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

Nós somos nossos "próprios donos".
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.

3 comentários:

Anônimo disse...

É verdade mesmo, caro sobrinho, infelismente a maioria das pessoas se deixa levar ou são manipuladas por terceiros, sem se dar conta disto, as vezes, simplesmente por não saberem pronunciar uma pequena sílaba, que é um "não". Por causa disto, as pessoas acabam fazendo aquilo que não desejavam, e consequentemente perdendo sua propria identidade, ou seja acaam por nao serem elas mesmas, mas sim o que os outros querem que sejam...
U m graaaaaaaande abraço!!!!!

Anônimo disse...

Isso é verdade pura.
Sem contar que o bom humor contagia as pessoas. É sempre bom tratar as pessoas bem, assim fazemos um mundo melhor.
Obrigada pela visita no meu blog.
Volte sempre.
Beijos

P.s. gostei muito do seu tbm

Sony Santos disse...

"Não quero que [outros] decidam como eu devo agir." Essa frase merece ir para o meu Banco de Frases. :)

Embora a frase sozinha seja conhecida, nunca a havia considerado no contexto da cordialidade e do bom humor. Serve também para não nos deixarmos zangar quando uma seqüência de coisas dão errado em dias ruins.

Valeu o post!